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  • virginiamicina: em 2018, até junho, o Brasil exportou US$ 5,4 milhões deste antibiótico. Ele é um importante antibacteriano e promotor do crescimento em veterinária. Como principal destino o Canadá, este farmoquimico foi enviado a várias partes do mundo.
  • Cefalosporinas: este tipo de antibióticos é amplamente usada pela classe médica mundial. O Brasil produz e exporta alguns antibióticos desta categoria. Nos primeiros seis (06) meses de 2018, foram enviados ao exterior US$ 4,5 milhões destes antibióticos.
  • ácido glutâmico: embora não essencial, este aminoácido é um destacado suplemento nutricional e contribui, significativamente, para aumentar as exportações brasileiras de produtos manufaturados. Em 2018, até junho, foram exportados US$ 11,1 milhões deste produto.

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  • pilocarpina: US$ 2.216.945,00 deste alcaloide foram exportados pelo Brasil em 2018, até junho. A pilocarpina é extraída da planta denominada “Pilocarpus jaborandi”, cultivada no nordeste brasileiro (Maranhão e Piauí). Ela é usada no tratamento do glaucoma.
  • ácido salicílico: este ácido é fundamental como intermediário na produção da aspirina, por um processo de acetilação, além de sua atividade queratólitica. Nos primeiros seis (06) meses de 2018, foram enviados ao exterior 1.402.460 kg deste ácido, por US$ 4.380.591,00.
  • ácidos biliares: estes ácidos, classificados na NCM no código 2918.19.29 têm lugar destacado nas exportações brasileiras de produtos manufaturados. São coleréticos e colagogos. Em 2018, até junho, foram exportados US$ 27,9 milhões destes farmoquimicos.

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  • celulose microcristalina: este tipo de celulose é um importante excipiente usado pela indústria farmacêutica, particularmente, na produção de comprimidos. Em 2018, até junho, o Brasil exportou US$ 9,0 milhões deste produto.
  • sulfato de condroitina: usado no tratamento de artrites e artroses, este farmoquimico é extraído da cartilagem de aves, bovinos e suínos. Nos primeiros seis (06) meses de 2018, foram exportados pelo País US$ 3,1 milhões deste principio ativo.
  • heparina: potente anticoagulante, a heparina é extraída da mucosa intestinal de suínos e bovinos. O enorme rebanho disponível no Brasil propicia uma exportação significativa deste farmoquimico. Em 2018, até junho, foram enviados ao exterior 32.575 kg de heparina por US$ 17,3 milhões, ao preço médio de US$ 529,89/kg.

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  • Junho (1): embora aquém das suas reais possibilidades, as exportações brasileiras da cadeia produtiva farmacêutica representam uma importante contribuição às exportações de manufaturados do País. Nos primeiros seis (06) meses de 2018, foram exportados US$ 784,8 milhões de produtos desta cadeia.
  • Junho (2): do número acima destacam-se as exportações de medicamentos, que em 2018, até junho, alcançaram US$ 426,9 milhões, com destaque para os medicamentos à base de insulina.
  • Junho (3): vale registrar, também, as exportações de insumos farmacêuticos (farmoquimicos e excipientes) que nos primeiros seis (06) meses de 2018, contribuíram com US$ 357,9 milhões para as exportações brasileiras de produtos manufaturados.

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  • China (1): este país asiático é regular importador do aminoácido arginina e seus derivados (NCM 2925.29.19). Em 2018, até maio, foram exportados à China 1.071.660 kg destes produtos por US$ 5.141.982,00, ao preço  médio de US$ FOB 4,80/kg.
  • China (2): também a China é o destino de medicamentos à base de cefalosporínicos produzidos no Brasil. Destes antibióticos a China recebeu em 2018, até maio, US$ 3.291.058,00.
  • China (3): embora destacado produtor mundial de heparina, potente anticoagulante, a China importou do Brasil em 2018, até maio, US$ 2.614.669,00 (1.365 kg), ao preço médio de US$ FOB 1.915,51/kg.

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  • México: o país asteca é, tradicionalmente, um importador de medicamentos produzidos no Brasil. Em 2018, até maio, foram enviados ao México US$ 30,7 milhões em vários tipos de medicamentos.
  • EUA (1): os medicamentos à base de cefalosporínicos produzidos no Brasil têm excelente mercado nos EUA, atingindo a exportação em 2018, até maio, US$ 12,9 milhões, o que atesta a excelente qualidade da produção brasileira.
  • EUA (2): o Brasil é um destacado produtor mundial de aminoácidos, exportando vários deles para várias partes do mundo. Em 2018, até maio, foram enviados aos EUA US$ 3.488.645,00, peso de 320.100 kg, ao preço médio de US$ FOB 10,90/kg.

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  • Suiça (1): US$ 1.894.206,00 foram enviados ao país helvético em 2018, até maio, de medicamento à base de sulfadiazina, o que comprova a excelente qualidade da produção brasileira deste tipo de medicamento.
  • Itália: este país romano é um destino certo para as exportações brasileiras de ácidos biliares (NCM 2918.19.29). Em 2018, até maio, foram enviados para aquele país US$ 8.981.394,00 destes ácidos.
  • Suiça (2): o alcaloide pilocarpina é extraído de plantas cultivadas no nordeste brasileiro (Maranhão e Piauí). Em 2018, até maio, a Suiça recebeu do Brasil 515 kg deste farmoquimico (incluindo o cloridrato e o nitrato) por US$ 1.655.044,00 ao preço médio de US$ FOB 3.213,68/kg.

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  • Argentina: US$ 32,4 milhões foi o montante exportado pelo Brasil em medicamentos para este país austral em 2018, até maio, mostrando a importância do Mercosul nas relações comerciais do continente.
  • Colômbia: este país andino, também, é um importante destino das exportações brasileiras de medicamentos de vários tipos. Em 2018, até maio, foram enviados US$ 19,3 milhões em medicamentos para a Colômbia.
  • Canadá: país do Nafta, o Canadá é o principal importador do antibiótico virginiamicina produzido no Brasil. Em 2018, até maio, foram enviados àquele país US$ 5.309.254,00 de virginiamicina.

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  • Mercosul-5: este bloco econômico é destino certo para medicamentos de vários tipos produzidos no Brasil. Em 2018, até maio, foram enviados aos países deste conglomerado, US$ 43,5 milhões em medicamentos.
  • União Europeia: também este bloco econômico da Europa é um destino importante das exportações brasileiras de medicamentos, particularmente o produzidos à base de insulina. US$ 78,5 milhões em medicamentos foram enviados em 2018, até maio, para o Velho Continente.
  • Malásia: US$ 1.414.167,00 em heparina, potente anticoagulante, foram exportados para este país asiático em 2018, até maio, confirmando a excelente qualidade desta produção.

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  • Nafta (1): o mercado comum do norte (Canadá, EUA e México) é um destino certo para as exportações brasileiras de medicamentos. Em 2018, até maio, o Nafta recebeu US$ 80,5 milhões em medicamentos produzidos no Brasil.
  • Nafta (2): com destaque para o Canadá, este bloco econômico foi o destino prioritário para as exportações brasileiras de virginiamicina. Estas exportações atingiram US$ 5,3 milhões em 2018, até maio.
  • Japão: grande produtor mundial de aminoácidos, a expressão mais simples das proteínas, o Japão também recebe alguns aminoácidos produzidos no Brasil. Até maio de 2018, foram enviados ao país do sol nascente US$ 8,4 milhões em aminoácidos.