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  • Vacinas: as vacinas para uso veterinário produzidas no Brasil têm um bom mercado em países da América Latina. Em 2018, até julho, foram exportados US$ 15.239.501,00 destas vacinas.
  • heparina: este anticoagulante é um importante farmoquímico que é exportado pelo País para várias partes do mundo. Ela é extraída da mucosa intestinal de bovinos e suínos. Até julho de 2018, foram enviados ao exterior US$ 19.686.579,00 deste produto.
  • Medicamento: o medicamento mais exportado pelo Brasil continua sendo o elaborado à base de insulina. Nos primeiros sete (07) meses de 2018 foram exportados US$ 110,2 milhões deste tipo de medicamento.

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  • Preparações contraceptivas: estas preparações químicas contraceptivas produzidas no Brasil têm um bom mercado no exterior, especialmente em países da América do Sul (como Argentina e Colômbia). Em 2018, até junho, foram exportados US$ 18,9 milhões destas preparações.
  • Mercosul-5: é natural que o Mercado Comum do Sul seja um importante destino para os medicamentos produzidos no Brasil. Com efeito, nos primeiros seis (06) meses de 2018, foram exportados US$ 53,1 milhões em medicamentos dos mais variados tipos para este bloco econômico.
  • União Europeia:  a lisina, seus sais e ésteres produzidos no Brasil têm amplo mercado em varias partes do mundo. Destaca-se o bloco econômico europeu que, em 2018, até junho, importou US$ 10.394.977,00 destes farmoquimicos. A lisina (seus sais e ésteres) é, no momento, o farmoquimico mais exportado pelo Brasil.

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  • Japão: o Brasil é um importante produtor mundial de aminoácidos, usando tecnologia japonesa. Em 2018, até junho, o país do Sol Nascente importou do Brasil US$ 9.174.429,00 destes farmoquimicos que representam a expressão mais simples das proteínas.
  • Argentina: US$ 3.372.489,00 foi o montante importado por este país austral em ésteres e sais da lisina nos primeiros seis (06) meses de 2018. Este aminoácido é importante para o crescimento e manutenção do corpo humano.
  • Nafta:  a virginiamicina é um antibiótico amplamente usado em veterinária como antibacteriano e promotor do crescimento. Com destaque para o Canadá,  o Brasil enviou para os países do Nafta (Canadá, EUA e México) em 2018, até junho, US$ 5.309.254,00 deste farmoquimico. Excelente contribuição para as exportações brasileiras de produtos manufaturados.

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  • Itália: sempre é possível encontrar alguns  nichos de mercado para as exportações brasileiras. É o caso de medicamentos à base de hormônios corticosteroides (NCM 3004.32.90), que encontram na Itália um bom mercado. Nos primeiros seis (06) meses de 2018, o país romano recebeu US$ 3.618.316,00 destes medicamentos.
  • Egito: o país dos faraós recebeu em 2018, até junho, US$ 2.599.090,00 em cefalosporinas produzidas no Brasil, ao preço médio de US$ 361,44/kg (7.191 kg). Estes antibióticos representam uma excelente arma como antibacterianos de segunda geração.
  • Índia769.612 kg de ácidos biliares (coleréticos e colagogos) foram enviados a este país asiático, em 2018, até junho, por US$ 12,5 milhões, ao preço médio de US$ 16,20 kg. Estas exportações para a Índia representam 45% das exportações brasileiras  de ácidos biliares no referido período.

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  • Espanha (1): este país ibérico é um importador regular da heparina (especialmente do complexo heparínico) produzida no Brasil. Em 2018, até junho, a Espanha recebeu 29.013 kg deste produto, por US$ 7.389.284,00, ao preço médio de US$ 254,69/kg.
  • Espanha (2): também, pelo código NCM 3001.90.90 (outras glândulas e órgãos dessecados,  mesmo em pó) a Espanha importou do Brasil,  nos primeiros seis (06)  meses de 2018, US$ 3.346.705,00 dos produtos incluídos nesta classificação tarifária.
  • India: os medicamentos à base de insulina produzidos no Brasil encontram mercado neste país asiático. US$ 2.250.489,00 em medicamentos deste tipo foram enviados à Índia em 2018, até o mês de junho. O medicamento à base de insulina é o principal medicamento exportado pelo Brasil, atingindo várias partes do mundo.

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  • Itália: os ácidos biliares (NCM 2918.19.29) tem ação colerética e colagoga, e o mercado italiano é um destino tradicional das exportações brasileiras destes ácidos. Em 2018, até junho, foram enviados ao país romano 202.246 kg destes ácidos, por US$ 14,8 milhões, ao preço médio de US$ 73,24/kg.
  • Suiça (1): nos primeiros seis (06) meses de 2018, foram exportados para este país helvético US$ 1.894.206,00 em medicamentos à base de sulfadiazina. Esta exportação atesta a excelente qualidade da produção brasileira de medicamentos.
  • Suiça (2)US$ 1.667.175,00 em pilocarpina foram enviados para a Suiça em 2018, até junho. Este alcaloide é usado no tratamento do glaucoma. A pilocarpina é extraída de planta cultivada no Brasil (Maranhão e Piauí) e exportada, também, para outros países ao redor do mundo.

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  • China (1): o aminoácido arginina e seus derivados (NCM 2925.29.19) têm um mercado consistente na China. Em 2018, até junho, este país asiático importou do Brasil US$ 5,9 milhões destes farmoquimicos. A arginina é um aminoácido essencial para o desenvolvimento do corpo humano.
  • China (2): US$ 3.461.608,00 foi o montante importado pela China em heparina, com peso de 1.756 kg, resultando em um preço médio de US$ 1.971,30/kg. Estas exportações brasileiras correspondem ao primeiro semestre de 2018.
  • China (3)medicamentos à base de cefalosporinas fabricados no Brasil têm espaço no mercado chinês. Em 2018, até junho, foram enviados à China US$ 3.682.448,00 deste tipo de fármaco, demonstrando o alcance geográfico das exportações brasileiras da cadeia produtiva farmacêutica .

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  • Colômbia: em 2018, até junho, o Brasil exportou US$ 23,2 milhões em medicamentos para este país bolivariano. A estabilidade econômica da Colômbia favorece o incremento das exportações brasileiras para aquele país.
  • México: da mesma forma que a Colômbia, o mercado mexicano de medicamentos é uma boa opção para o destino das nossas exportações de medicamentos. Nos primeiros seis (06) meses de 2018, foram enviados ao país asteca US$ 36,3 milhões destes produtos.
  • EUAUS$ 13,4 milhões em medicamentos à base de cefalosporínicos produzidos no Brasil foram exportados para o mercado norteamericano em 2018, até junho, o que atesta a excelente qualidade dos medicamentos produzidos no nosso parque industrial.

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  • Malásia: este país asiático é um destino regular para as exportações brasileiras de heparina, potente anticoagulante. Em 2018, até junho, foram enviados para Kuala Lumpur 319 kg de heparina por US$ 1.721.701,00 ao preço médio de US$ 5.397,18/kg.
  • União Europeia: US$ 101,6 milhões em medicamentos foram exportados para este bloco econômico em 2018, até junho. Nestas exportações destaca-se o medicamento à base de insulina. O Velho Mundo é o principal destino das exportações brasileiras de medicamentos.
  • Argentina: membro do Mercosul, a Argentina é um endereço certo para as exportações brasileiras de medicamentos. Em 2018, até junho, a Argentina recebeu do Brasil US$ 50,0 milhões em medicamentos dos mais variados tipos.

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  • Japão: este país é detentor de alta tecnologia para a produção de aminoácidos, a expressão mais simples das proteínas. Esta tecnologia está sendo usada no  Brasil que exportou para o Japão em 2018, até junho, US$ 9,2 milhões destes farmoquimicos.
  • Nafta (1): constituído pelo Canadá, EUA e México, este bloco econômico é um destacado importador do Brasil de produtos da cadeia produtiva farmacêutica. Nos primeiros seis (06) meses de 2018, o Nafta recebeu do Brasil US$ 75,3 milhões em medicamentos.
  • Nafta (2): com US$ 5,3 milhões de exportações, em 2018, até junho, este bloco econômico foi um destino prioritário das exportações brasileiras de virginiamicina, com destaque para o Canadá. Este antibiótico é usado em veterinária como antibacteriano e promotor do crescimento.