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  • Excipiente: um dos principais excipientes usados pela indústria farmacêutica, a celulose microcristalina é um dos importantes itens da exportação da cadeia produtiva farmacêutica brasileira. Em 2018, até setembro, foram exportados US$ 13,5 milhões deste adjuvante farmacotécnico.
  • Vacinas veterinárias: os países da América do Sul são destino certo para as vacinas de uso veterinário produzidas  no Brasil. Nos primeiros nove (09) meses de 2018 foram exportados US$ 18,9 milhões deste tipo de vacina (uso veterinário).
  • Contraceptivos: as preparações químicas contraceptivas produzidas no País têm mercado no exterior, principalmente em países da América Latina. US$ 24,9 milhões destas preparações foram enviados ao exterior até setembro de 2018.

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  • Medicamentos: até setembro de 2018, o medicamento mais exportado pelo Brasil continuou sendo o produzido à base de insulina. Neste período de nove (09) meses foram enviados ao exterior US$ 142,3 milhões deste tipo de medicamento.
  • heparina: este farmoquimico é extraído da mucosa intestinal de bovinos e suínos e apresenta forte ação anticoagulante do sangue. Das suas três formas (complexo heparínico, crua e purificada) o Brasil exportou em 2018, até setembro, a expressiva soma de US$ 26,6 milhões.
  • sulfato de condroitina: extraído de cartilagens de aves, bovinos e suínos, este produto é usado no tratamento de artrites e artroses. Até setembro de 2018 foram exportados 46.053 kg deste farmoquimico por US$ 5.170.504,00.

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  • Plantas (1): amplamente encontrado no reino vegetal, o farmoquimico quercetina é usado no tratamento da fragilidade capilar venosa. Produzida no nordeste brasileiro, foram exportadas em 2018, até setembro, 39.830 kg deste produto, por US$ 1.865.909,00.
  • Plantas (2):extraída de plantas cultivadas no nordeste do País (Maranhão e Piauí), a rutina é um rutosídeo usado no tratamento da fragilidade capilar venosa. Em 2018, até setembro o Brasil exportou 2.112 kg por US$ 170.933,00.
  • Plantas (3): a pilocarpina é extraída da planta Pilocarpus jaborandi que é cultivada  no nordeste do Brasil. Nos primeiros nove (09) meses de 2018, foram exportados 728 kg deste alcalóide por US$ 2.374.749,00.

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  • Setembro (1): as exportações da cadeia produtiva farmacêutica brasileira continuam se recuperando em relação ao mesmo período de 2017. Asetembro deste ano foi exportado US$ 1,223 bilhão, em produtos desta cadeia produtiva.
  • Setembro (2): do valor acima,  US$ FOB  678,2 milhões correspondem às exportações de medicamentos realizadas nos primeiros nove (09) meses de 2018 para várias partes do mundo.
  • Setembro (3): os insumos  colaboraram com US$ FOB 544,6 milhões, sendo US$ 438,9 milhões em insumos farmacêuticos ativos (farmoquimicos) e US$ 105,7 milhões em excipientes, excelente contribuição para as exportações da cadeia em 2018, a setembro.

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  • Mercosul-5: a lisina é um aminoácido essencial indispensável para o desenvolvimento e manutenção do corpo humano. Em 2018, até agosto, este bloco econômico recebeu do Brasil US$ 5.585.338,00 em lisina, seus sais e ésteres.
  • espironolactona: a Argentina é um mercado regular para este farmoquimico produzido no Brasil. Nos primeiros oito (08) meses de 2018, foram enviados ao país austral US$ 397.384,00 deste importante diurético.
  • heparina: a União Europeia é uma destacada importadora de heparina produzida  no Brasil (purificada, crua e complexo heparínico) a partir da mucosa bovina ou suína. US$ 13,7 milhões deste anticoagulante foram enviados àquele destino em 2018, até agosto.

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  • Espanha: destino certo para as exportações brasileiras do complexo heparínico, este país ibérico importou do Brasil em 2018, até agosto, US$ 10,8 milhões deste composto extraído da mucosa de bovinos e suínos.
  • Malásia (1) : este país asiático é mercado constante para os medicamentos à base de insulina fabricados no País. US$ 1.402.334,00 deste tipo de medicamento foram enviados àquele destino nos primeiros oito (08) meses de 2018.
  • Malásia (2):  o ácido glutâmico é um importante aminoácido para o desenvolvimento e manutenção do corpo humano. Em 2018, até agosto o Brasil exportou para Kuala Lumpur US$ 2.410.728,00 deste aminoácido.

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  • Colômbia: país andino, a Colômbia é um excelente mercado para as exportações brasileiras de medicamentos. Em 2018, até agosto, foram enviados àquele país a soma de US$ 34,2 milhões em vários tipos de medicamentos.
  • México: o país asteca, tradicionalmente, é um importador de medicamentos produzidos no Brasil. Assim, em 2018, até agosto, foram remetidos US$ 50,9 milhões em medicamentos para aquele país membro do NAFTA.
  • Contraceptivos: o Brasil tem uma produção importante de preparações quimicas contraceptivas e exporta parte dela para vários países, especialmente os da América Latina. Até agosto de 2018, foram exportados US$ 23,2 milhões destas preparações.

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  • Medicamentos: o Brasil tem, na sua pauta de exportações, medicamentos à  base de cefalosporinas. Assim, em 2018, até agosto, foram enviados ao exterior US$ 33,3 milhões deste tipo de medicamento, o que atesta a excelente qualidade das nossas produções.
  • Malásia: este país asiático é um regular importador da heparina produzida no Brasil. Em 2018, até agosto foram exportados para aquele destino US$ 2.558.990,00 deste poderoso anticoagulante.
  • Argentina: a indústria brasileira de medicamentos tem no mercado argentino um destino importante para as suas produções. Nos primeiros oito (08) meses de 2018 foram enviados àquele país austral US$ 37,8 milhões em medicamentos.

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  • lisina: o Brasil é um dos maiores produtores mundiais deste aminoácido, importante para o crescimento e manutenção do corpo humano. Em 2018, até agosto, foram exportados US$ 42,5 milhões em lisina , seus sais e ésteres.
  • pilocarpina: este alcaloide, que é usado no tratamento do glaucoma, é extraído de plantas cultivadas no nordeste brasileiro (Maranhão e Piauí). US$ 2.374.744,00 deste farmoquimico foram exportados em 2018, até o mês de agosto.
  • sulfato de condroitina: usado no tratamento de artroses, este farmoquimico é extraído de cartilagens de aves, bovinos e suínos. É um produto em alta no mercado internacional. Em 2018, até agosto, o Brasil exportou US$ 4,6 milhões deste insumo farmacêutico ativo (IFA).

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  • Celulose microcristalina: este produto é o excipiente usado pela indústria farmacêutica de maior destaque nas exportações brasileiras de excipientes. US$ 12,3 milhões deste insumo foram enviados ao exterior em 2018, até agosto, especialmente para os EUA.
  • ácido salicílico: além de queratolitico, este ácido é usado como intermediário na produção da aspirina, obtida por um processo de acetilação. O Brasil exportou em 2018, até agosto, US$ 5,7 milhões deste ácido.
  • heparina: um dos farmoquimicos mais usados no mundo, este anticoagulante é extraído da mucosa intestinal de bovinos e suínos. US$ 24,6 milhões de heparina (purificada, crua e complexo heparínico) foram destinados ao exterior em 2018, até agosto.