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  • ácido glutâmico: embora seja um aminoácido não essencial, ele é, contudo, um excelente suplemento nutricional. Em 2018, até julho, o Brasil exportou US$ 11,6 milhões deste produto.
  • quercetina: este farmoquimico é usado como protetor capilar venoso. US$ 1.281.045,00 deste produto foram exportados pelo Brasil em 2018, até julho.
  • pilocarpina: extraído de plantas cultivadas no nordeste brasileiro (Maranhã e Piauí), este alcaloide é usado no tratamento do glaucoma. Nos primeiros sete (07) meses de 2018, o Brasil exportou US$ 2.248.986,00 deste farmoquimico.

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  • ácido salicílico: este ácido, além do seu efeito queratolítico é o principal intermediário na produção da aspirina, por um processo de acetilação. Em 2018, até julho, foram exportados US$ 4.837.293,00 deste farmoquimico.
  • ácidos biliares: estes ácidos têm participação ativa nas exportações brasileiras de produtos manufaturados. Eles têm ação colerética e colagoga. US$ 30,3 milhões destes ácidos foram exportados em 2018, até julho.
  • lisina: este aminoácido (seus sais e ésteres) é importante no desenvolvimento e manutenção do corpo humano. Produzido no Brasil, ele contribui com US$ 38,3 milhões para as exportações brasileiras em 2018, até julho.

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  • Contraceptivos: as preparações químicas contraceptivas produzidas no País têm excelente aceitação em países da América Latina. Em 2018, até julho, foram exportados US$ 19.905.856,00 destas preparações.
  • Celulose microcristalina: este excipiente é muito usado na indústria farmacêutica na produção de comprimidos, em particular. Até julho de 2018, foram exportados US$ 10.063.391,00 deste adjuvante farmacotécnico.
  • sulfato de condroitina: este farmoquimico é extraído da cartilagem de aves, bovinos e suínos. É usado no tratamento de artroses e artrites. Nos primeiros sete (07) meses de 2018 foram exportados US$ 3.822.923,00 deste farmoquimico.

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  • Vacinas: as vacinas para uso veterinário produzidas no Brasil têm um bom mercado em países da América Latina. Em 2018, até julho, foram exportados US$ 15.239.501,00 destas vacinas.
  • heparina: este anticoagulante é um importante farmoquímico que é exportado pelo País para várias partes do mundo. Ela é extraída da mucosa intestinal de bovinos e suínos. Até julho de 2018, foram enviados ao exterior US$ 19.686.579,00 deste produto.
  • Medicamento: o medicamento mais exportado pelo Brasil continua sendo o elaborado à base de insulina. Nos primeiros sete (07) meses de 2018 foram exportados US$ 110,2 milhões deste tipo de medicamento.

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  • Preparações contraceptivas: estas preparações químicas contraceptivas produzidas no Brasil têm um bom mercado no exterior, especialmente em países da América do Sul (como Argentina e Colômbia). Em 2018, até junho, foram exportados US$ 18,9 milhões destas preparações.
  • Mercosul-5: é natural que o Mercado Comum do Sul seja um importante destino para os medicamentos produzidos no Brasil. Com efeito, nos primeiros seis (06) meses de 2018, foram exportados US$ 53,1 milhões em medicamentos dos mais variados tipos para este bloco econômico.
  • União Europeia:  a lisina, seus sais e ésteres produzidos no Brasil têm amplo mercado em varias partes do mundo. Destaca-se o bloco econômico europeu que, em 2018, até junho, importou US$ 10.394.977,00 destes farmoquimicos. A lisina (seus sais e ésteres) é, no momento, o farmoquimico mais exportado pelo Brasil.

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  • Japão: o Brasil é um importante produtor mundial de aminoácidos, usando tecnologia japonesa. Em 2018, até junho, o país do Sol Nascente importou do Brasil US$ 9.174.429,00 destes farmoquimicos que representam a expressão mais simples das proteínas.
  • Argentina: US$ 3.372.489,00 foi o montante importado por este país austral em ésteres e sais da lisina nos primeiros seis (06) meses de 2018. Este aminoácido é importante para o crescimento e manutenção do corpo humano.
  • Nafta:  a virginiamicina é um antibiótico amplamente usado em veterinária como antibacteriano e promotor do crescimento. Com destaque para o Canadá,  o Brasil enviou para os países do Nafta (Canadá, EUA e México) em 2018, até junho, US$ 5.309.254,00 deste farmoquimico. Excelente contribuição para as exportações brasileiras de produtos manufaturados.

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  • Itália: sempre é possível encontrar alguns  nichos de mercado para as exportações brasileiras. É o caso de medicamentos à base de hormônios corticosteroides (NCM 3004.32.90), que encontram na Itália um bom mercado. Nos primeiros seis (06) meses de 2018, o país romano recebeu US$ 3.618.316,00 destes medicamentos.
  • Egito: o país dos faraós recebeu em 2018, até junho, US$ 2.599.090,00 em cefalosporinas produzidas no Brasil, ao preço médio de US$ 361,44/kg (7.191 kg). Estes antibióticos representam uma excelente arma como antibacterianos de segunda geração.
  • Índia769.612 kg de ácidos biliares (coleréticos e colagogos) foram enviados a este país asiático, em 2018, até junho, por US$ 12,5 milhões, ao preço médio de US$ 16,20 kg. Estas exportações para a Índia representam 45% das exportações brasileiras  de ácidos biliares no referido período.

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  • Espanha (1): este país ibérico é um importador regular da heparina (especialmente do complexo heparínico) produzida no Brasil. Em 2018, até junho, a Espanha recebeu 29.013 kg deste produto, por US$ 7.389.284,00, ao preço médio de US$ 254,69/kg.
  • Espanha (2): também, pelo código NCM 3001.90.90 (outras glândulas e órgãos dessecados,  mesmo em pó) a Espanha importou do Brasil,  nos primeiros seis (06)  meses de 2018, US$ 3.346.705,00 dos produtos incluídos nesta classificação tarifária.
  • India: os medicamentos à base de insulina produzidos no Brasil encontram mercado neste país asiático. US$ 2.250.489,00 em medicamentos deste tipo foram enviados à Índia em 2018, até o mês de junho. O medicamento à base de insulina é o principal medicamento exportado pelo Brasil, atingindo várias partes do mundo.

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  • Itália: os ácidos biliares (NCM 2918.19.29) tem ação colerética e colagoga, e o mercado italiano é um destino tradicional das exportações brasileiras destes ácidos. Em 2018, até junho, foram enviados ao país romano 202.246 kg destes ácidos, por US$ 14,8 milhões, ao preço médio de US$ 73,24/kg.
  • Suiça (1): nos primeiros seis (06) meses de 2018, foram exportados para este país helvético US$ 1.894.206,00 em medicamentos à base de sulfadiazina. Esta exportação atesta a excelente qualidade da produção brasileira de medicamentos.
  • Suiça (2)US$ 1.667.175,00 em pilocarpina foram enviados para a Suiça em 2018, até junho. Este alcaloide é usado no tratamento do glaucoma. A pilocarpina é extraída de planta cultivada no Brasil (Maranhão e Piauí) e exportada, também, para outros países ao redor do mundo.

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  • China (1): o aminoácido arginina e seus derivados (NCM 2925.29.19) têm um mercado consistente na China. Em 2018, até junho, este país asiático importou do Brasil US$ 5,9 milhões destes farmoquimicos. A arginina é um aminoácido essencial para o desenvolvimento do corpo humano.
  • China (2): US$ 3.461.608,00 foi o montante importado pela China em heparina, com peso de 1.756 kg, resultando em um preço médio de US$ 1.971,30/kg. Estas exportações brasileiras correspondem ao primeiro semestre de 2018.
  • China (3)medicamentos à base de cefalosporinas fabricados no Brasil têm espaço no mercado chinês. Em 2018, até junho, foram enviados à China US$ 3.682.448,00 deste tipo de fármaco, demonstrando o alcance geográfico das exportações brasileiras da cadeia produtiva farmacêutica .