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  • Canadá (1):  este país do Nafta é o principal importador da virginiamicina produzida no Brasil. Este antibiótico é usado em veterinária como antibacteriano e promotor do crescimento. Em 2018, até  novembro, foram enviados ao Canadá US$ 24,6 milhões deste farmoquimico.
  • Canadá (2): embora com participação pequena, este país recebeu em 2018, até novembro, US$ 10.705.111,00 em medicamentos dos mais variados tipos produzidos no Brasil.
  • Colômbia: US$ 4.551.009,00 foi o montante exportado para este país bolivariano em 2018, até novembro de lisina, seus sais e ésteres. Este aminoácido é um dos vários produzidos no Brasil com tecnologia japonesa.

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  • Argentina (1): as vacinas para uso humano têm no mercado argentino uma excelente aceitação. Em 2018, até novembro, foram enviados ao parceiro do Mercosul US$ 10.731.257,00 em vacinas para uso humano, de variados tipos.
  • Argentina (2):naturalmente, o país austral é destino certo de exportações brasileiras de medicamentos. Com efeito, nos primeiros 11 meses de 2018, o Brasil enviou àquele país US$ 84,4 milhões em medicamentos.
  • Argentina (3): a lisina é um importante aminoácidos usado no desenvolvimento e manutenção do corpo humano. Importante produtor de aminoácidos o Brasil exportou para a Argentina em 2018, até novembro, US$ 6.309.668,00 em lisina, seus sais e ésteres (NCM 2922.41.90).

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  • Novembro (1): final do ano se aproximando e as exportações brasileiras da cadeia produtiva farmacêutica ainda se encontram um pouco atrasadas em relação a 2017. Em 2018, até novembro a cadeia exportou US$ FOB 1,536 bilhão contra US$ FOB 1,616 bilhão em 2017, redução de 5,0%.
  • Novembro (2): do valor acima (2018) US$ 856,9 milhões correspondem às exportações de medicamentos até novembro. Estas exportações atestam a excelente qualidade das produções brasileiras de medicamentos.
  • Novembro (3): desempenho interessante pode ser notado em 2018, até novembro,  nas exportações de insumos farmacêuticos, tanto ativos como excipientes. O total destas exportações foi de US$ 678,7 milhões sendo US$ 546,6 milhões de farmoquimicos e US$ 132,1 milhões de excipientes.

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  • México: o país asteca é um regular importador de medicamentos fabricados no Brasil. Em 2018, até outubro o País enviou para aquele destino US$ 66,9 milhões em medicamentos dos mais variados tipos.
  • EUA: com destaque para os medicamentos produzidos à base de cafalosporinas (antibióticos), foram exportados para aquele país do norte em 2018, até outubro, US$ 63,0 milhões em medicamentos, o que confirma a excelente qualidade das produções brasileiras.
  • Colômbia:  o mercado colombiano cada vez mais se firma como um mercado altamente promissor para as exportações brasileiras de medicamentos. Nos primeiros dez (10) meses de 2018, a Colômbia recebeu do Brasil US$ 44,0 milhões em fármacos dos mais variados tipos.

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  • Nafta: este mercado comum é um destino certo, particularmente o Canadá, para a produção  brasileira de virginiamicina. Foram destinados ao Nafta em 2018, até outubro, US$ 23,7 milhões deste antibiótico usado em veterinária como antibacteriano e promotor do crescimento.
  • EUA: o ácido salicílico, além da sua ação queratolítica, é um importante intermediário para a produção da aspirina por um processo de acetilação. Nos primeiros dez (10) meses de 2018 o Brasil exportou para o Tio Sam US$ 3.525.722,00 deste ácido.
  • União Europeia: este bloco econômico é o destino de parte da produção brasileira de ácidos biliares, usados com coleréticos e colagogos. US$ 23,4 milhões destes produtos foram destinados em 2018, até outubro, a países europeus daquele continente.

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  • Índia (1): em 2018, até outubro, o Brasil exportou para a Índia US$ 10.274.970,00 em medicamentos, com destaque para aqueles contendo insulina. Esta exportação é reflexo da excelente qualidade dos medicamentos produzidos no País.
  • Índia (2): os ácidos biliares (coleréticos e colagogos) produzidos no Brasil encontram um excelente mercado na Índia. Não é sem razão que no que vai de 2018 (10 meses) já foram destinados àquele país asiático US$ 25,2 milhões destes farmoquimicos.
  • Colômbia: este país andino é um importante consumidor dos ésteres e sais da lisina produzidos no Brasil. Em 2018, até outubro, foram embarcados para a Colômbia US$ 4.208.636,00 destes aminoácidos.

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  • Japão (1): o Brasil é um dos maiores produtores mundiais de aminoácidos, com tecnologia japonesa. Em 2018, até outubro, o País enviou ao Império do Sol Nascente US$ 13.246.389,00 em alguns tipos de aminoácidos.
  • Japão (2): o manitol é um excipiente usado na indústria farmacêutica como diluente para sólidos e líquidos. Nos primeiros dez (10) meses de 2018 o Japão importou do Brasil US$ 2.170.469,00 deste adjuvante farmacotécnico.
  • Argentina: este país austral é um destino certo para a produção brasileira de ésteres e sais da lisina (NCM 2922.41.90). US$ 5.621.449,00 destes farmoquimicos foram enviados para a Argentina em 2018, até o mês de outubro.

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  • Malásia (3): ao preço médio de US$ 5.413,30/kg, o Brasil exportou para aquele país asiático em 2018, até outubro, a soma de US$ 3.177.607,00, o que atesta a excelente qualidade das produções brasileiras de insumos farmacêuticos ativos (IFA´s).
  • Malásia (1): a produção brasileira de ácido glutâmico (importante aminoácido) tem na Malásia um mercado promissor. Em 2018, até outubro, o Brasil enviou para aquele destino US$ 4.081.567,00 deste farmoquimico.
  • Malásia (2): os medicamentos à base de insulina, aqui produzidos, têm boa receptividade no mercado da Malásia. Nos primeiros dez (10) meses de 2018, foram exportados para Kuala Lumpur US$ 1.932.606,00 deste tipo de fármaco.

 

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  • China (1): embora este país asiático seja o maior produtor mundial de heparina, em 2018, até outubro, o Brasil exportou para aquele destino 2.683 kg de heparina por US$ 5.875.298,00, ao preço médio de US$ 2.189,82/kg.
  • China (2): os medicamentos à base de cefalosporinas (antibióticos) têm bom mercado neste país asiático. Com efeito, nos primeiros dez (10) meses de 2018, foram enviados àquele destino US$ 13.326.637,00 deste tipo de medicamento.
  • China (3): embora com valores menores, os medicamentos à base de insulina produzidos no  Brasil, alcançaram o mercado chinês em 2018. Até outubro, US$ 1.559.997,00 foram remetidos para aquele destino.

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  • Ácidos biliares: os ácidos biliares apresentam uma ação colerética e colagoga e contribuem de forma efetiva para as exportações brasileiras de farmoquimicos. Nos primeiros dez (10) meses de 2018, foram enviados ao exterior  US$ 49,9 milhões destes produtos.
  • virginiamicina: este antibiótico é usado, particularmente, na área veterinária. Importante produtor deste antibiótico, o Brasil exportou em 2018, até outubro, US$ 24,0 milhões deste antibacteriano e promotor do crescimento em animais.
  • lisina: a lisina é um importante aminoácido (precursor de proteínas) no desenvolvimento e manutenção do corpo humano. Em lisina, seus sais e ésteres o Brasil destinou ao exterior, até outubro de 2018, US$ 47,9 milhões destes farmoquimicos