Abiquifi na Mídia: Nos Estados Unidos, Associação e ApexBrasil destacarão empresas brasileiras em feira global de saúde animal

Novos negócios, inovação e networking qualificado. Como já é de praxe, no calendário anual da indústria de insumos farmacêuticos, a Associação Brasileira da Indústria de Insumos Farmacêuticos (Abiquifi) marcará presença na International Production & Processing Expo (IPPE), de 27 a 29 de janeiro de 2026, em Atlanta, nos Estados Unidos. Trata-se de um dos maiores encontros mundiais do setor de proteínas, aves, ovos, carnes e nutrição animal, que deverá reunir mais de 30 mil profissionais de 120 países. A IPPE 2026 conta com mais de 1.300 expositores confirmados, que ocuparão 658 mil metros quadrados de área de exposição.

Assim como aconteceu nos últimos anos, o Pavilhão Brasil, organizado pelo Brazilian Pharma & Health (BPH), projeto setorial fruto da parceria entre Abiquifi e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), será o ponto de encontro das empresas instaladas no país para fomentar negócios e realizar reuniões de networking.

Por meio do Projeto BP&H, o Brasil tem promovido suas capacidades industriais, regulatórias e tecnológicas em feiras e eventos globais de grande relevância, auxiliando as empresas instaladas no país na conexão com o mercado internacional, enfatizando a qualidade e as inovações aqui desenvolvidas.

Primeiro produto de cannabis com IFA produzido no Brasil é autorizado pela Anvisa

O primeiro produto de cannabis produzido com IFA brasileiro foi autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. O Canabidiol Life Science, da empresa FarmaUsa, é um passo importante para reduzir a dependência do país por insumos importados e ampliar o acesso aos pacientes que fazem uso em seus tratamentos.

Iniciado em 2022, o trabalho setorial coordenado pela Associação Brasileira da Indústria de Insumos Farmacêuticos (Abiquifi) junto à Anvisa foi pautado por aspectos técnicos que permeiam a importância de fortalecer a indústria instalada no país, para a verticalização da cadeia produtiva e o consequente impacto positivo para a população brasileira.

“A Abiquifi fez uma articulação muito grande com a Anvisa para o entendimento da viabilidade da purificação do IFA aqui no Brasil com o extrato bruto importado. E foi exatamente o que a FarmaUSA fez para o desenvolvimento do produto final que possibilitou a conquista da autorização sanitária”, destaca Carolina Sellani, Head de Assuntos Estratégico e Coordenadora do Grupo de Trabalho de Cannabis. “O fato de a Farmausa utilizar um IFA produzido no país é um ganho imensurável para a indústria e o nosso país, inclusive no que tange à redução de custos na fabricação de medicamentos, o que beneficia diretamente a população brasileira”, complementa.

A autorização da Anvisa também reverbera a excelência dos processos da indústria de insumos farmacêuticos instalada no Brasil, na figura do produto produzido pela FarmaUSA, que detém tecnologia de ponta, profissionais qualificados e resiliência em um setor altamente regulado.

“A implantação do laboratório FarmaUSA no Brasil é uma conquista tecnológica e um marco regulatório, fruto do trabalho de farmacêuticos, químicos, engenheiros, técnicos e o suporte de investidores, todos, brasileiros”, ressalta Leandro Beltrão, CEO da empresa.

Articulação setorial

Com atuação da Abiquifi, a Anvisa autorizou a importação do extrato bruto da cannabis para a fabricação do Insumo Farmacêutico Ativo Canabidiol (CBD) no Brasil, na forma de fitofármaco – medicamento derivado de plantas com um princípio ativo específico e padronizado para garantir maior precisão na dosagem, eficácia e segurança. 

Vale destacar que a regulamentação do cultivo da cannabis no país segue em tratativas junto aos órgãos públicos, o que irá assegurar a verticalização completa da produção no Brasil.

“O desenvolvimento do primeiro produto com IFA nacional é um importante avanço para a internalização de etapas produtivas, sendo um importante potencializador da indústria no momento da regulamentação do cultivo, uma vez que teremos um know how avançado nessa etapa”, explica Carolina.

Fortalecimento da indústria nacional

A Abiquifi entende que a decisão da Anvisa cria um cenário que permite a redução da dependência do Brasil por insumos importados e fortalece a indústria instalada no país para atender as demandas dos mercados nacional e internacional com a oferta de IFAs de qualidade para produção de produtos e medicamentos de cannabis.

Atualmente, o Brasil importa cerca de 95% do IFAs utilizados na produção de medicamentos — um cenário que limita a competitividade da indústria instalada no país e aumenta a vulnerabilidade do sistema de saúde a variações cambiais e geopolíticas, fato exemplificado durante a pandemia da Covid-19 com a produção das vacinas.

“Embora o Brasil detenha um parque industrial farmacêutico resiliente e de excelência formado por empresas de capital nacional, estrangeiro e estatal, precisamos expandir essa atuação nacional para atender as demandas estratégicas do Estado e da iniciativa privada”, explica Carolina.

Autonomia produtiva

A FarmaUSA é a única empresa instalada no país com área de fabricação do Canabidiol (CBD) para fins medicinais e com certificação da Anvisa. Um projeto planejado há sete anos e que saiu do papel em 2021, quando a empresa adquiriu o laboratório de uma farmacêutica multinacional em São Paulo.

“Todas as etapas de adequações das áreas farmacêuticas, processo de qualificação de fornecedores de matéria-prima fora do país, desenvolvimento de processos de fabricação do IFA, estudos de estabilidade e, posteriormente, o desenvolvimento e aprovação de produtos de cannabis com o CBD ‘brasileiro’, foram conquistas do nosso time técnico, sem transferência de tecnologia”, explica o CEO da FarmaUSA.

Ainda de acordo com Leandro Beltrão, os benefícios decorrentes da autorização da Anvisa são muitos, desde a independência do país na importação de IFA, uma vez que a FarmaUSA tem capacidade instalada de produção de até 800kg/mês de Canabidiol, até o maior acesso da população brasileira ao produto de cannabis a custos inferiores aos praticados atualmente.

“Lidamos com pacientes que utilizam produtos de cannabis nos últimos 10 anos. E sempre tivemos a responsabilidade de dar acesso ao melhor produto de cannabis, porém, isso existe somente dentro de uma área de produção farmacêutica auditada e aprovada. A verticalização da cadeia de produção com a fabricação do IFA e produto acabado em áreas farmacêuticas pró, é a conquista da FarmaUSA para entregar aos pacientes e famílias brasileiras, um produto de referência mundial”, finaliza Leandro.

Revisão da RDC 327/2019 sobre produtos de cannabis

Na quarta-feira (10/12), a pauta da Reunião Ordinária Pública (ROP 20/2025) da Diretoria Colegiada (Dicol) da Anvisa deve contemplar o item 2.6 acerca da atualização da regulamentação dos produtos de cannabis para uso medicinal — uma revisão da RDC 327/2019 —, bem como o resultado da Consulta Pública nº 1.316/2025, que em um período de dois meses, até 4 de junho, reuniu contribuições da sociedade para o aprimoramento da norma.

Caso se confirme a inclusão da atualização da RDC 327/2019 na pauta, o diretor-relator Rômison Rodrigues Mota apresentará seu voto e abrirá a discussão da minuta para deliberação dos demais diretores. A Abiquifi, por meio de sua Head de Assuntos Estratégico e Coordenadora do Grupo de Trabalho de Cannabis, Carolina Sellani, fará uma manifestação oral sobre o tema.

Blau investe 50milhões de euros na Prothya, empresa europeia de fracionamento de plasma

A Blaū Farmacêutica investiu 50 milhões de euros na Prothya, empresa europeia de fracionamento de plasma, como parte de sua estratégia de internacionalização. O acordo foi realizado por meio de um empréstimo convertido em 20% de participação futura na Prothya.

Segundo o presidente da Blaū, Marcelo Hahn, esse investimento garante à Blaū um assento no conselho da Prothya, permitindo influência em suas diretrizes. A empresa planeja converter a dívida em ações no momento apropriado e não descarta aumentar sua participação gradualmente. A empresa já comercializa produtos da Prothya na América do Sul há mais de 30 anos, tornando essa aquisição uma meta de longa data.

A Prothya é uma das 10 maiores empresas de fracionamento de plasma do mundo, especializada em produzir medicamentos derivados do plasma humano, usados em tratamentos complexos. A aquisição representa um passo crucial na estratégia de expansão global da Blaū, que já tem operações na América Latina e pretende explorar oportunidades nos EUA. Além disso, a Blaū planeja usar a Prothya como plataforma para distribuição de seusprodutos na Europa e nos EUA.

Com 1.050 funcionários e capacidade para fracionar mais de 3 milhões de litros de plasma anualmente, a Prothya registrou receita líquida de 244 milhões de euros em 2022. Essa aquisição representa um marco significativo na expansão internacional da Blaū no mercado global de medicamentos derivados do plasma humano.

Fonte: Blau

Eurofarma amplia presença no mercado OTC com Rehidrat, isotônico que prevê R$ 30 milhões de vendas em 2026

A Eurofarma, uma das maiores farmacêuticas da América Latina, anuncia o lançamento de Rehidrat, sua nova linha de isotônico de alto desempenho, desenvolvida para oferecer hidratação rápida e eficaz em diferentes situações de consumo, seja na prática de esporte, como nas corridas de rua, ou em atividades do cotidiano. A chegada do produto, que deve gerar faturamento para a empresa superior a R$ 30 milhões em 2026 somente com a novidade, reforça a aposta da companhia no mercado de produtos OTC (Over The Counter), que desde 2021 tem trazido em seu portfólio produtos de diferentes categorias, como as pastilhas Valda e a marca de cuidados pessoais OAZ.

“Com Rehidrat, reforçamos nosso compromisso com inovação e qualidade, oferecendo ao consumidor uma solução superior para hidratação, alinhada às tendências de saúde e performance. Este lançamento é um passo importante na consolidação da Eurofarma como protagonista no mercado OTC”, afirma Alberto Kato, diretor Comercial para Rehidrat na Eurofarma.

O mercado OTC e de isotônicos

O mercado de produtos OTC no Brasil tem se consolidado como uma das principais frentes de expansão da indústria farmacêutica, impulsionado pelo aumento do autocuidado e pela busca por soluções práticas para saúde e bem-estar. Em 2024, o segmento apresentou crescimento de 12%, movimentando R$ 19,24 bilhões no país, segundo dados da Abrafarma.

Dentro desse contexto, o mercado de hidratação oral — onde se posiciona Rehidrat — demonstra um potencial relevante. Considerando dados combinados de IQVIA (canal farma) e Scanntech (canal alimentar), o segmento movimentou R$ 1,4 bilhão no acumulado de julho de 2024 a julho de 2025, reforçando a oportunidade estratégica para a Eurofarma atuar de forma protagonista nessa categoria.

Rehidrat traz uma proposta de formulação inovadora:

  • Fórmula exclusiva HidraMax: é o único produto do mercado que traz a combinação completa de ingredientes, sendo o equilíbrio preciso de eletrólitos e glicose para reidratação celular imediata.
  • Livre de conservantes, com sabores naturais de Pitaya com Limão, Uva e Tangerina.
  • Embalagem ergonômica com bocal antiderramamento, pensado para consumo seguro durante a prática de exercícios físicos.
  • Único produto desse mercado totalmente estéril

Expansão da Eurofarma em OTC

A divisão de OTC da Eurofarma tem se destacado desde 2021, com aquisições estratégicas e lançamentos que ampliaram sua presença em categorias como saúde bucal, cuidados pessoais, suplementos e alimentos. Somente em 2024, a unidade OTC cresceu 23,5%, atingindo quase R$ 500 milhões de faturamento. Marcas como ValdaOAZ e Fixaderme já são referências no mercado e fazem parte da estratégia de crescimento da companhia, que busca oferecer soluções completas para saúde e bem-estar.

Até o início de 2026, a companhia tem diversas ativações planejadas para Rehidrat, como patrocínio da corrida da Track & Field, em novembro, a São Silvestre, em dezembro, etapas finais de 2025 da Stock Car e ações em praias do Rio de Janeiro e parques de São Paulo. Para acompanhar tudo sobre a nova marca, acesse: instagram.com/rehidrat_oficial/.

Fonte: Eurofarma

Avert® Saúde Humana, linha da Biolab Genéricos, apresenta antigases 2x mais concentrado

Acompanhando às tendências do segmento e trazendo produtos para o portfólio, a Avert Saúde Humana, linha de produtos da Biolab Genéricos, apresenta LISTOGAS Gotas. Segundo dados da IQVIA, produtos antigases em gotas representam 47% de venda no mercado de simeticona, superando as cápsulas.
O produto que oferece alívio rápido da dor, estufamento e desconforto causados pelo excesso de gases, é indicado para inchaço abdominal, cólicas, dor e flatulência, além de ser recomendado para preparo de pacientes que serão submetidos à endoscopia digestiva e/ou colonoscopia.

LISTOGAS Gotas possui, dupla concentração de simeticona, e será comercializado no sabor laranja em frasco de 15 mL, com concentração de 150 mg/mL. LISTOGAS Gotas reforça a linha, que já conta com a versão em cápsulas moles.
 
Sobre a Avert Saúde Humana
 
A Linha Avert® Saúde Humana, parte da unidade Biolab Genéricos, conta com portfólio robusto para diversas especialidades, com destaque para suplementação vitamínica e gastroenterologia, a Avert® é voltada ao varejo e oferece produtos similares de qualidade reconhecida e excelente rentabilidade. Com mais essa frente, a Biolab Farmacêutica reafirma seu compromisso de oferecer produtos inovadores a preços acessíveis em todo o território nacional, reforçando os pilares de qualidade e segurança, marcas registradas da empresa.

EMS conclui aquisição dos ativos da Fresenius Kabi em Goiás e reforça presença no mercado hospitalar

A EMS anuncia a conclusão do processo de aquisição da planta de produção da Fresenius Kabi em Anápolis (GO), Brasil. A empresa assumirá a planta de produção de injetáveis genéricos, o centro de desenvolvimento, o centro logístico (localizado em Goiânia/GO), bem como todo o quadro de funcionários, dando continuidade à produção. Com sede na Alemanha, a Fresenius Kabi, parte da empresa de saúde Fresenius, é uma fornecedora de medicamentos essenciais para pacientes críticos e crônicos. A operação garante uma maior representatividade da EMS no mercado hospitalar e fortalece a estratégia da empresa de investir para continuar na liderança e ser cada vez mais competitiva também no seu negócio institucional.

A operação já havia sido aprovada sem restrições pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) em setembro. Com o aval do órgão regulador e o cumprimento das etapas formais restantes, a aquisição foi oficialmente concluída.

Com a transação, a EMS passa a contar com um portfólio hospitalar ainda mais robusto e completo, contemplando medicamentos injetáveis essenciais, como antibióticos, terapias voltadas a diversas especialidades clínicas, anestésicos, analgésicos e relaxantes musculares, amplamente utilizados em instituições de saúde. 

Nas próximas semanas, o processo de integração seguirá com foco na sinergia entre as operações e a continuidade da produção, garantindo a incorporação dos cerca de 430 colaboradores que atuam em Anápolis. A EMS se compromete a conduzir essa transição de forma a minimizar os impactos nas rotinas internas e no atendimento ao mercado. O investimento em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos injetáveis pela EMS garantirá, ao longo do tempo, a oferta de uma variedade ainda maior de medicamentos essenciais ao segmento hospitalar. 

Receita triplicada e novos desenvolvimentos de produtos

O movimento reforça a estratégia de expansão da EMS no segmento institucional. Atualmente, 8% do faturamento da Unidade de Negócios Non-Retail vem do mercado hospitalar privado. Com a integração da nova operação, esse índice deve avançar para 25% já no primeiro ano. A expectativa é dobrar a receita no primeiro ano de operação.

A fábrica de Anápolis passa a integrar a estrutura produtiva da EMS, que já inclui no Brasil as unidades de Jaguariúna (SP), Hortolândia (SP), Brasília (DF) e Manaus (AM), além da planta de São Jerônimo (RS). 

Para Thiago Tavares, CEO da Holding do Grupo NC, controlador da EMS, a conclusão consolida mais um passo estratégico importante. “Esta aquisição reforça o compromisso histórico da EMS com a expansão responsável, com o investimento contínuo em inovação e com a ampliação do acesso a tratamentos essenciais para a população, promovendo mais qualidade de vida às pessoas. A incorporação da unidade de Anápolis fortalece a nossa presença no mercado hospitalar e amplia nossa capacidade de entregar soluções de saúde de alta qualidade em todo o país”.

Mercado Institucional EMS

A Unidade Negócios Non-Retail da EMS é responsável pela comercialização e distribuição de medicamentos para o mercado institucional (hospitais, clínicas e órgãos governamentais), desde aqueles voltados para atenção básica de saúde até os de alta complexidade como oncológicos, imunossupressores e medicamentos para doenças raras. 

Em 2024, o negócio Non Retail da EMS cresceu 26,5% e a projeção é finalizar 2025 com R$ 1,13 bilhão em faturamento. Segundo dados internos de 2024, a unidade de negócios representa hoje 11% do faturamento bruto da EMS.

A EMS segue comprometida com a inovação, com o aumento da eficiência produtiva e com a ampliação do acesso a tratamentos essenciais, mantendo sua trajetória de liderança no mercado brasileiro e reforçando sua atuação em segmentos estratégicos para o futuro da companhia e da saúde no país.

Biolab Farmacêutica realizou mais de 300 exames preventivos durante o Novembro Azul

Como parte do cuidado de seus colaboradores, a Biolab Farmacêutica realizou em todas suas unidades o exame Antígeno Prostático Específico (PSA). Em São Paulo, a empresa contou com a parceria da Labi Saúde, e em sua unidade de Pouso Alegre (MG), a ação foi realizada com os serviços da Unimed Sul Mineira. Foram mais de 300 exames realizados em apoio à campanha Novembro Azul, conhecida mundialmente pela conscientização do câncer de próstata.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), são 71 mil casos por ano, sendo o segundo tipo mais frequente em homens, atrás do câncer de pele. A detecção precoce é fundamental para um diagnóstico rápido e tratamento eficiente. Nesse caso, o exame de sangue PSA é uma ferramenta importante, pois detecta a presença de um tipo de proteína que é produzido pela próstata e que, em grande quantidade, precisam ser investigados, pois podem ser relacionados ao desenvolvimento do câncer.

A iniciativa está alinhada ao modelo de atuação da Área de Gente & Gestão da Biolab Farmacêutica, que coloca o ser humano no centro das decisões e prioriza ações que garantem qualidade de vida, segurança e valorização. 

“Essa ação mostrou que os tabus devem ser deixados de lado, principalmente quando o assunto é saúde. Promover o bem-estar e qualidade de vida é uma missão que começa de dentro da nossa companhia”, pontua Camila Clemes, Diretora de Gente & Gestão da Biolab Farmacêutica.

Abiquifi na Mídia: Lei da Pesquisa com Seres Humanos pode atrair milhões de investimentos ao país

Por Fernando de Rezende Francisco e Norberto Prestes

Segurança jurídica e previsibilidade são as bases fundamentais para o desenvolvimento sustentável da indústria de insumos farmacêuticos instalada no país, independente da sua origem de capital. Premissas para atrair investimentos a um setor que investe cifras volumosas em novas moléculas, IFAs e fármacos, para fomentar a inovação e incrementar o acesso da população brasileira a medicamentos, terapias e tratamentos que podem salvar vidas.

E é exatamente nessa onda de segurança jurídica que surfa a regulamentação da Lei nº 14.874, de 28 de maio de 2024, que moderniza o marco regulatório brasileiro no que tange à pesquisa com seres humanos e institui o Sistema Nacional de Ética em Pesquisa com Seres Humanos, garantindo previsibilidade, prazos definidos para aprovação e segurança para todos os envolvidos, especialmente aos participantes de pesquisas.

De acordo com pesquisa realizada pela Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), em parceria com a IQVIA, a Lei da Pesquisa com Seres Humanos poderá gerar à economia brasileira um impulso anual de R$ 6,3 bilhões, a criação de 56 mil empregos qualificados por ano, além de beneficiar diretamente cerca de 286 mil pacientes.

Neste campo fértil de consolidação de um ambiente regulatório previsível e aceleração de prazos de análise regulatória, o país terá a possibilidade de antecipar fases de desenvolvimento, reduzindo o ciclo total de novos produtos e os custos envolvidos no processo de inovação, além de incentivar investimentos privados em P&D.

Essa estabilidade jurídica, alinhada às melhores práticas internacionais, fortalece o Brasil como destino de ensaios clínicos internacionais, estimula a transferência de tecnologia, fomenta um ambiente de inovação cada vez mais competitivo e parcerias com centros globais referências em saúde.

O alto escalão do Governo, ora ou outra, justifica ações, leis e projetos em nome da “soberania nacional”. Pois bem, segundo dados do Ministério da Saúde, embora o Brasil esteja entre os 20 países no ranking global de estudos clínicos, o país recebe menos de 2% da pesquisa clínica mundial. Para se ter uma ideia, em 2024 foram míseros 254 e olha que somos uma população de aproximadamente 214 milhões de pessoas, com ampla diversidade genética e cultural.

Não existe país soberano sem políticas públicas em saúde sólidas e robustas, muito menos sem uma população saudável. Com a Lei da Pesquisa com Seres Humanos damos um importante passo nessas direções.

Vale destacar ainda que essa maior clareza sobre os requisitos éticos e operacionais facilita o planejamento de pipelines clínicos, sobretudo para empresas focadas em moléculas inéditas e novos IFAs. De novo, a inovação a serviço da saúde pública.

Benefícios para o SUS

Mesmo com a estrutura e um contingente de profissionais que não dão conta de atender a nossa população, o Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro é referência para o mundo. E a recente Lei da Pesquisa com Seres Humanos pode ser aliada para ampliar esse acesso, sobretudo a tratamentos inovadores.

Se alcançada, a meta do Ministério da Saúde de pelo menos dobrar o número de pesquisas clínicas realizadas no país, favorecerá a maior oferta por medicamentos com novos IFAs, incluindo o desenvolvimento local de soluções terapêuticas para doenças negligenciadas ou tropicais, reduzindo assim a nossa dependência externa.

Por falar em dependência externa, atualmente o Brasil importa cerca de 95% dos IFAs utilizados na produção de medicamentos — um cenário que limita a competitividade da indústria instalada no país e aumenta a vulnerabilidade do sistema de saúde a variações cambiais e geopolíticas, fato exemplificado durante a pandemia da Covid-19 com a produção das vacinas. De novo, a “soberania nacional”, ou ausência dela, se faz presente.

Voltando aos benefícios do novo marco regulatório, ele se estende aos cofres públicos, uma vez que a maior oferta de estudos clínicos pode gerar considerável economia ao SUS por meio de parcerias, investimento robusto do setor privado diretamente no cuidado de milhares de pacientes que se tornam participantes de pesquisa, geração de dados robustos e produção nacional estratégica.

Inovação Radical e inserção do Brasil no cenário global de P&D

A Lei da Pesquisa com Seres Humanos é força motriz para a inovação radical, visto que aproxima o Brasil de frameworks regulatórios utilizados em mercados maduros, com os Estados Unidos e a Europa, facilitando assim a realização de estudos multicêntricos.

Enquanto a Lei nº 14.874/2024 garante segurança jurídica e previsibilidade para estudos clínicos, as iniciativas que articulam um ecossistema integrado que conecta indústria, startups, academia e investidores, como o Programa de Inovação Radical da Abiquifi, propiciam condições para o desenvolvimento de moléculas inéditas e a ampliação da produção nacional de IFAs. Essa sinergia não apenas acelera a inovação radical, mas também fortalece a soberania sanitária e posiciona o país como destino atrativo para capital internacional em áreas estratégicas como Biotecnologia e Terapias Avançadas, as quais o Brasil também está em consonância às melhores práticas internacionais.

Em um mundo cada vez menos hiper globalizado, o Brasil conta com características essenciais que podem nos colocar de volta ao protagonismo perante a economia mundial. E isso passa, obrigatoriamente, pela “soberania nacional” no âmbito de soluções em saúde inovadoras para acompanhar as novas tendências e hábitos da população brasileira – e mundial. Que todos façam a sua parte.

*Fernando de Rezende Francisco é diretor-executivo da Associação Brasileira das Organizações Representativas de Pesquisa Clínica (Abracro) desde 2011.

*Norberto Prestes é presidente-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Insumos Farmacêuticos (Abiquifi) desde 2018.

JBS Couros e VIVA se unem para criar líder global no segmento

A JBS Couros e o grupo VIVA anunciaram hoje a formação de uma nova companhia no setor de couros: a JBS VIVA, resultado da união entre os dois grupos. A nova empresa será a líder neste segmento, processando mais de 20 milhões de couros por ano. 

Com 31 fábricas e mais de 11 mil colaboradores, distribuídos no Brasil, Itália, Uruguai, Argentina, México e Vietnã, a JBS VIVA atuará no processamento de peles e na comercialização para os mercados mais exigentes do mundo, ampliando presença e competitividade no mundo todo. 

A união com a VIVA abre novas oportunidades para todos os mais de 7 mil colaboradores da JBS Couros, que agora passam a fazer parte de um negócio ainda mais robusto e preparado para competir globalmente. A JBS VIVA significa a união de mais de 70 anos de experiência e reconhecimento internacional”, afirmou o CEO Global da JBS, Gilberto Tomazoni. 

A JBS Couros nasceu com foco em agregação de valor, inovação e diferenciação. Foram mais de 2 mil SKUs lançados ao longo dos anos, com diferentes performances, cores, texturas e designs, atendendo às tendências de moda e lifestyle de um mercado dinâmico e altamente exigente. A empresa também se consolidou como referência em sustentabilidade com o conceito KindLeather, um modelo produtivo que transformou a cadeia do couro ao reduzir impactos ambientais e ampliar valor em toda a operação. 

Temos muito orgulho do que construímos ao longo desses anos — ampliando mercados, investindo em pesquisa e desenvolvimento e redefinindo o padrão de sustentabilidade do setor. Agora, com a criação da JBS VIVA, poderemos levar essa excelência a um patamar ainda mais elevado”, destacou Tomazoni. 

A JBS terá 50% de participação acionária da nova companhia, e o grupo VIVA, formado pelas acionistas Vanz e Viposa, 50%. A nova companhia terá um conselho com participação igualitária entre os dois grupos, JBS e grupo VIVA. O presidente do conselho e o CFO serão indicados pela JBS, enquanto o CEO e COO serão indicados pela VIVA. A conclusão do negócio está sujeita a condições precedentes usuais a esse tipo de transação e à aprovação dos órgãos competentes. 

A cadeia do couro permanece estratégica, reforçando a visão da JBS de que sustentabilidade e rentabilidade caminham juntas”, destaca Guilherme Motta, líder da JBS Couros. “O couro, coproduto natural da cadeia de proteína bovina, ganha nova vida ao ser transformado em uma ampla gama de produtos — de calçados e bolsas a revestimento para automóveis e móveis”, conclui.

EMS e Sociedade Brasileira de Diabetes alertam para 8 mitos e verdades sobre a doença que avança no país

O Dia Mundial do Diabetes, celebrado em 14 de novembro, foi criado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para reforçar a importância da prevenção, estimular hábitos saudáveis e combater os mitos que ainda cercam o tema. De acordo com a Federação Internacional de Diabetes (IDF), mais de 500 milhões de pessoas convivem com a doença no mundo, e o Brasil ocupa o sexto lugar no ranking global, com cerca de 15 milhões de pessoas diagnosticadas, número que pode ser ainda maior, já que muitos desconhecem o próprio diagnóstico.

Com os avanços da medicina e a chegada de novos tratamentos, o controle do diabetes tipo 2 se tornou mais eficaz e acessível. Ainda assim, a informação continua sendo a ferramenta mais poderosa para mudar o curso da doença. A seguir, o endocrinologista Dr. João Salles, presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), explica os principais mitos e verdades sobre o diabetes tipo 2 e orienta como agir diante dos fatores de risco.

1. O diabetes tipo 2 é causado pelo consumo de doces. MITO
Muita gente ainda associa o diabetes diretamente ao açúcar, mas o principal fator de risco é a obesidade, uma condição complexa e multifatorial. O consumo de doces pode contribuir para o diabetes, ganho de peso e o descontrole alimentar, mas não é, por si só, o causador da doença. “O maior mito que encontramos nos consultórios é quando o paciente diz: ‘Não tenho diabetes porque não como doce’. O que realmente preocupa é o conjunto de fatores, como o excesso de peso, o sedentarismo e a má alimentação”, explica o endocrinologista Dr. João Salles.

2. O diagnóstico precoce faz diferença no tratamento. VERDADE
O diabetes tipo 2 pode evoluir silenciosamente por anos. Por isso, fazer exames de glicemia a partir dos 35 anos ou antes, se houver fatores de risco, é fundamental. O diagnóstico precoce permite intervenções eficazes e previne complicações graves, como doenças cardiovasculares e renais. “Quando o diagnóstico vem cedo, temos a chance de intervir com mudanças no estilo de vida e terapias que realmente controlam a glicose e protegem o organismo”, reforça o Dr. João Salles.

3.O uso de medicamentos injetáveis significa que o tratamento falhou. MITO
No diabetes tipo 2, o tratamento costuma começar com mudanças no estilo de vida e, quando necessário, com medicamentos orais. Com o tempo, o corpo pode responder de forma diferente, e o uso de medicamentos injetáveis se torna parte natural da evolução terapêutica. “O diabetes tipo 2 é uma doença progressiva. À medida que o organismo muda, o tratamento precisa acompanhar essas mudanças. Iniciar o uso de medicamentos injetáveis não é um sinal de fracasso, e sim de cuidado e adaptação para garantir um melhor controle da glicemia e proteger o paciente de complicações”, explica o Dr. João Salles.

4. Os análogos de GLP1, as famosas canetas emagrecedoras, também podem ser usadas para o controle do diabetes tipo 2 sem obesidade. VERDADE
Hoje temos a liraglutida, a semaglutida e a tirzepatida que atuam no controle da glicose e contribui para a redução de peso, quando aliada a mudanças de estilo de vida. A liraglutida foi a primeira a chegar nesse mercado e a entrada da EMS possibilita o alcance de mais pessoas ao tratamento ideal, sempre com acompanhamento médico. “Hoje temos mais opções de ferramentas terapêuticas que permitem um controle glicêmico mais estável, para um tratamento individualizado com benefícios adicionais para o peso e o coração. Elas representam um avanço importante no cuidado do paciente com diabetes tipo 2”, afirma o Dr. João Salles.

5. Quem tem diabetes tipo 2 deve eliminar completamente os carboidratos. MITO 
Cortar carboidratos de forma radical pode causar desequilíbrio nutricional e dificultar o controle da glicemia. O ideal é aprender a escolher os tipos certos e equilibrar as porções. “Carboidratos são parte importante da alimentação. O segredo está na qualidade e na quantidade: priorizar grãos integrais, vegetais e frutas com moderação faz toda a diferença”, orienta o médico.

6. O excesso de peso é o principal fator de risco para o diabetes tipo 2. VERDADE
A obesidade está diretamente ligada à resistência à insulina, mecanismo central no desenvolvimento da doença. Manter o peso adequado e praticar exercícios regularmente são as medidas mais eficazes de prevenção. “O acúmulo de gordura, principalmente na região abdominal, faz com que o corpo tenha dificuldade de usar a insulina de forma correta. Isso leva ao aumento da glicose no sangue e, com o tempo, ao diabetes”, afirma o Dr. João Salles.

7. Pessoas magras não correm risco de ter diabetes tipo 2. MITO
Embora mais frequente em pessoas com excesso de peso, o diabetes também pode atingir indivíduos magros. Histórico familiar, alimentação inadequada e sedentarismo são fatores que elevam o risco independentemente do peso. “Ter um corpo magro não significa estar livre da doença. Existem pessoas com acúmulo de gordura visceral ou predisposição genética que também podem desenvolver diabetes tipo 2”, destaca o endocrinologista.

8. O diabetes tipo 2 não tem cura, mas pode ser muito bem controlado. VERDADE
Com acompanhamento médico, alimentação equilibrada e atividade física, é possível viver com qualidade e evitar complicações. O controle adequado também reduz o risco de doenças cardiovasculares e renais. “O diabetes tipo 2 exige disciplina, mas não impede uma vida plena. O paciente bem orientado pode alcançar excelente controle glicêmico e manter energia e disposição”, conclui o Dr. João Salles.
Prevenção transformada em ação e inovação no cuidado

Em parceria com a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), a EMS apoia a disseminação da calculadora de risco FINDRISC, ferramenta internacional que ajuda na identificação precoce do risco de desenvolver diabetes tipo 2. A iniciativa integra o movimento #SimplesmenteFaça, criado pela companhia para incentivar o diagnóstico precoce e o engajamento na jornada de saúde. A nova versão da calculadora recomenda a triagem a partir dos 35 anos, dez anos antes da diretriz anterior.“Com o movimento, estamos levando a calculadora de risco a mais profissionais e pacientes, tornando o rastreamento precoce mais acessível e efetivo. É a prevenção transformada em ação”, destaca o Dr. João Salles.

Líder em inovação farmacêutica, a EMS foi a primeira empresa brasileira a desenvolver e produzir canetas de análogos de GLP-1 à base de liraglutida, com os produtos Olire® e Lirux®, voltados ao tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2. “Nosso compromisso é ampliar o acesso a terapias modernas e eficazes, produzidas no Brasil com tecnologia de ponta e padrões internacionais de qualidade”, afirma o Dr. Iran Gonçalves Jr., diretor médico da EMS.

Com investimento superior a R$ 1 bilhão e capacidade de 20 milhões de canetas por ano, a companhia reforça sua missão de unir inovação e acesso, ampliando o tratamento e transformando a vida de pacientes em todo o país. Segundo o vice-presidente Marcus Sanchez, os investimentos da EMS impactam positivamente a saúde pública e fortalecem a indústria nacional. “Inovar é gerar valor para o sistema de saúde e para os pacientes. Queremos competir globalmente sem perder o foco em cuidar das pessoas do nosso país”, afirma.