No dia 3/12, a Abiquifi realizou uma visita técnica à Marjan Farma, em São Paulo (SP), com o propósito de estreitar relações institucionais e aprofundar o conhecimento sobre as iniciativas de inovação conduzidas pela empresa associada, especialmente no contexto da cadeia de Insumos Farmacêuticos Ativos (IFAs). A ação é estratégica para promover conexões que fortaleçam a base produtiva nacional e a autonomia produtiva, bem como identificar sinergias com o Programa de Inovação Radical (PIR) da Associação.

O presidente-executivo Norberto Prestes e a gerente do PIR, Flavia Albuquerque, foram recebidos por Glauco Marques (Head de Inovação), Esmeralda Abreu Tischenberg (Gerente de Projetos de Novos Produtos) e Maria Claudia Siqueira (Consultora de Negócios).
Durante a reunião, foram abordados temas relevantes para a cadeia de IFAs, como:
- Acesso a mecanismos de fomento, incluindo editais da Finep, BNDES e modelo Embrapii, para projetos voltados à produção nacional de insumos;
- Prospecção de tecnologias inovadoras para ampliar o portfólio e reduzir dependência externa;
- Integração com programas de startups, como o BEST em parceria com a ApexBrasil, que aproximam soluções disruptivas da indústria farmacêutica e da cadeia de insumos.
“A visita à Marjan Farma reforça o compromisso da Abiquifi em articular esforços entre indústria, governo, academia e investidores, criando condições para que o Brasil avance na construção de um ambiente competitivo e sustentável para a produção de insumos farmacêuticos e inovação em saúde”, destaca Norberto Prestes, presidente-executivo da Abiquifi.
A Marjan Farma se destaca por um portfólio diversificado, que contempla medicamentos fitoterápicos, suplementos e alimentos, e pela busca contínua por soluções inovadoras que consolidem sua posição no mercado.
“Essas discussões estão alinhadas aos objetivos estratégicos da Abiquifi, que incluem estimular a inovação radical, fortalecer a produção nacional de IFAs e integrar o Brasil às cadeias globais de valor. Por meio do PIR, a Associação atua para consolidar um ecossistema robusto de inovação em saúde, capaz de gerar patentes, atrair investimentos e ampliar a autonomia tecnológica do país”, explica Flavia Albuquerque, gerente do PIR.

Por Flávia Albuquerque
Por bioBR