abiquiflashes (22/01/2018 – 631)

  • Nafta (1): a celulose microcristalina é um excipiente de suma importância para a indústria farmacêutica mundial.  Este tipo de celulose produzida no Brasil tem grande aceitação no exterior. Em 2017, até novembro, o Brasil enviou a este bloco econômico do norte, US$ 12,4 milhões deste produto.
  • Nafta (2): é digna de registro a exportação de US$ 44,8 milhões em medicamentos à base de cefalosporinas em 2017, até novembro, para o Nafta (Canadá, EUA e México) o que confirma a excelente qualidade das produções brasileiras de medicamentos.
  • Nafta (3):  a virginiamicina é um antibiótico usado em veterinária como antibacteriano e promotor do crescimento. Produzido no Brasil, o seu destino principal é este mercado comum, especialmente o Canadá. Em 2017, até novembro, foram destinados ao NAFTA US$ 44,3 milhões deste farmoquimico.

abiquiflashes (18/01/2018 – 630)

  • Mercosul-5 (1): o Brasil é um destacado produtor e exportador de aminoácidos, que são a expressão mais simples das proteínas. Em 2017, até novembro, o Brasil enviou a este bloco econômico US$ 8.287.179,00 em lisina, seus sais e ésteres (NCM 2922.41.90).
  • Mercosul-5 (2): obviamente que o Mercosul-5 é o principal destino das exportações dos medicamentos produzidos no Brasil. Nos primeiros onze meses de 2017, US$ 125,2 milhões em medicamentos foram destinados a países deste bloco econômico.
  • Mercosul-5 (3): US$ 5.248.938,00 foi o montante exportado pelo Brasil em 2017, até novembro, em preparações químicas contraceptivas para este bloco econômico da América do Sul.

abiquiflashes (15/01/2018 – 629)

  • Japão (1): o país do sol nascente é um forte importador dos aminoácidos produzidos no Brasil por uma empresa de origem japonesa. Em 2017, até novembro o Japão foi o destino de US$ 55,7 milhões em aminoácidos, a expressão mais simples das proteínas.
  • Japão (2): o manitol é um açúcar usado amplamente na indústria farmacêutica em todo o mundo. O Brasil produz este produto e a sua exportação é significativa. Para o Japão foram enviados, nos primeiros onze meses de 2017, 960 toneladas por US$ 2.158.851,00.
  • Malásia: para Kuala Lumpur, capital da Malásia foram enviados em 2017, até novembro, US$ 3.745.617,00 em medicamentos à base de insulina fabricados no Brasil, o que atesta a excelente qualidade da produção brasileira de medicamentos.

abiquiflashes (11/01/2018 – 628)

  • Índia (1): embora forte exportadora de medicamentos para o Brasil, este país da Ásia recebeu em 2017, até novembro, US$ 13,3 milhões de medicamentos à base de insulina produzidos no Brasil.
  • Índia (2): a celulose microcristalina é um excipiente muito usado internacionalmente para a fabricação de comprimidos. A produção brasileira deste adjuvante farmacotécnico atende a vários países com as suas exportações. A Índia recebeu US$ 2.067.275,00 (817.000 kg) deste produto.
  • Índia (3): os ácidos biliares, coleréticos e colagogos, extraídos no Brasil, têm excelente mercado neste país asiático. Nos onze primeiros meses de 2017 a Índia recebeu US$ 41,1 milhões destes produtos (NCM 2918.19.29).

abiquiflashes (08/01/2018 – 627)

  • Hong Kong: os medicamentos à base de insulina produzidos no Brasil (NCM 3004.31.00), têm ampla aceitação em todo o mundo. Em 2017, até novembro, esta região da China recebeu US$ 1.165.771,00 destes medicamentos.
  • Malásia (1): o ácido glutâmico é um aminoácido muito importante para o desenvolvimento humano. Fabricado no Brasil, o mercado da Malásia absorveu em 2017, até novembro, US$ 2.662.156,00 deste farmoquímico.
  • Malásia (2): este mercado asiático, por questões religiosas só importa a heparina sódica de origem bovina (a de origem suína é proibida). Em 2017, até novembro, foram enviados àquele país US$ 3.653.310,00 em heparina sódica ao preço médio de US$ 5.428,39/kg.

abiquiflashes (04/01/2018 – 626)

  • China (1): este país asiático é um importante importador da arginina (NCM 2925.29.19). Em 2017, até novembro, foram enviados àquele país US$ 9.082.654,00 deste aminoácido.
  • China (2): a heparina produzida no Brasil, também, encontra mercado no outro lado do mundo. US$ 2.437.060,00 em heparina foram enviados à China em 2017, até novembro.
  • China (3): os números divulgados relativos às exportações brasileiras em 2017, até novembro mostram um dado interessante. Neste período foram enviados à China US$ 10,5 milhões em medicamentos à base de cefalosporinas (NCM 3004.20.59) produzidos no Brasil. É um número expressivo.

abiquiflashes (21/12/2017 – Extra)

  • Indonésia (1): este país asiático é um destino interessante para a heparina produzida no Brasil. Em 2017, até novembro foram enviados 415 kgs de heparina purificada, ao preço  médio de US$ 4.447,22 para um total de US$ 1.845.096,00.
  • Indonésia (2): outro dado importante é que a Indonésia recebeu em 2017, até novembro, US$ 4.440.714,00 em medicamentos terminados (NCM 3004) produzidos no Brasil.
  • Indonésia (3): as preparações químicas contraceptivas têm grandes possibilidades no mercado indonésio, pois nos primeiros onze meses de 2017 o Brasil enviou para aquele mercado asiático US$ 4.434.242,00 nestes tipos de preparações.

abiquiflashes (21/12/2017 – 624)

  • Crescimento (1): a cadeia produtiva farmacêutica brasileira exportou em 2017, até novembro, US$ 1,615 bilhão. Este número representa um aumento de 10,5% sobre as exportações referentes ao mesmo período de 2016.
  • Crescimento (2): os medicamentos exportados em 2017, até novembro, alcançaram a importante cifra de US$ 923,8 milhões, o que atesta a excelente qualidade da produção brasileira de medicamentos. Este número é superior em 6,0% aos números obtidos em 2016, no mesmo período.
  • Crescimento (3): os insumos farmacêuticos (ativos e não ativos) contribuíram com US$ 692,1 milhões para as exportações brasileiras do setor. Este valor é superior em 17,3% sobre o exportado em 2016, no mesmo período.

abiquiflashes (18/12/2017 – 624)

  • heparina: as exportações deste anticoagulante extraído da mucosa intestinal de bovinos e suínos alcançaram em 2017, até novembro, a importante cifra de US$ 29,0 milhões, ao preço de US$ 437,88/kg exportado.
  • pilocarpina: este alcaloide é amplamente usado no tratamento do glaucoma. As exportações brasileiras deste farmoquímico em 2017, até novembro, contribuíram com US$ 7,0 milhões para exportação brasileira de manufaturados.
  • rutina: obtida, por processo de extração de plantas cultivadas no nordeste brasileiro (Maranhão e Piauí) a rutina é um alcaloide usado no tratamento da fragilidade capilar venosa. Em 2017, até novembro, foram exportados US$ 967.657,00 deste farmoquímico.

abiquiflashes (14/12/2017 – 623)

  • Desempenho (1): as exportações brasileiras de ácidos biliares (coléreticos e colagogos) em 2017, até outubro, já atingiram US$ 59,1 milhões, superando a marca de US$ 52,3 milhões registrada em 2016 durante todo o ano.
  • Desempenho (2): impressionante é o aumento da exportação em 2017, até outubro, de outros aminoácidos (arginina, glutamina, isoleucina, leucina e valina). Foram US$ 73,4 milhões contra US$ 38,2 milhões durante todo o ano de 2016.
  • Desempenho (3): também é digna de registro a exportação do antibiótico para uso veterinário virginiamicina. Contra US$ 38,1 milhões exportados em 2016, o Brasil registrou até outubro de 2017 uma exportação de US$ 43,1 milhões. O principal destino destas exportações é o Canadá.