abiquiflashes 011

  • heparina: US$ 12.895.224,00 deste importante anticoagulante foram exportados pelo Brasil, em 2018, até abril. Em peso foram 22.380 kg, resultando em um preço médio de US$ 576,19/kg.
  • sulfato de condroitina: este farmoquimico é extraído de cartilagens de aves, bovinos e suínos. É usado no tratamento de artrites e artroses. Em 2018, até abril o País exportou US$ 1.923.768,00 deste produto.
  • celulose microcristalina: este excipiente é amplamente usado na indústria farmacêutica na produção de comprimidos. Nos quatro primeiros meses de 2018 o Brasil enviou ao exterior 2.133.323 kg deste produto por US$ 6.589.607,00.

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  • Contraceptivos: as preparações químicas contraceptivas produzidas no Brasil têm ampla aceitação nos países da América Latina, dada a qualidade destas produções. No primeiro trimestre de 2018 foram exportados US$ 6.755.856,00 destes produtos.
  • Frações do sangue: o Brasil é forte importador dos derivados do sangue. Contudo, em 2018, até março, logrou exportar US$ 2.458.606,00 destes importantes derivados.
  • virginiamicina: este antibiótico é usado, exclusivamente, em veterinária como antibacteriano e promotor do crescimento. Em 2018, até março, foram enviados ao exterior US$ 5.339.291,00, particularmente para o Canadá.

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  • EUA (1): o mercado norte-americano é receptivo a medicamentos produzidos no Brasil. Em 2018, até março, foram enviados ao Tio Sam medicamentos, destacando-se os produzidos à base de cefalosporinas,  por um valor de US$ 7.724.625,00.
  • EUA (2): o ácido salicílico é a base para a produção da aspirina, por um processo de acetilação, além da sua ação queratolitica sobre a pele. Nos primeiros três (03) meses de 2018 o Brasil enviou para os EUA US$ 2.102.425,00 deste farmoquimico.
  • EUA (3): este país do norte é um destino certo para os aminoácidos produzidos no Brasil. No primeiro trimestre de 2018 o País exportou para aquele destino US$ 3.600.537,00 destes produtos.

abiquiflashes 008

  • sulfato de condroitina: este farmoquimico é extraído de cartilagens de aves, bovinos e suínos e é usado no tratamento de artroses. Em 2018, até março o País enviou ao exterior US$ 1.027.377,00 deste produto.
  • ácidos biliares: os ácidos biliares apresentam ação colerética e colagoga e são itens importantes na nossa pauta de exportação. Nos três (03) primeiros meses de 2018, o Brasil exportou US$ 9,1 milhões destes farmoquimicos.
  • heparina: extraída da mucosa intestinal de bovinos e suínos, este farmoquimico é um potente anticoagulante. No primeiro trimestre de 2018, a sua exportação alcançou US$ 7,8 milhões, especialmente para o continente europeu.

abiquiflashes 007

  • China: embora a China seja, hoje, o principal produtor mundial de heparina, a sua produção é obtida da mucosa intestinal suína. Por isso este país importou do Brasil em 2018, até março, US$ 1.215.138,00 em heparina de origem bovina, ao preço médio de US$ 1.779,55/kg.
  • pilocarpina: extraído de plantas cultivadas no nordeste brasileiro (Maranhão e Piauí) este alcaloide é usado no tratamento do glaucoma. US$ 1.728.348,00 em pilocarpina e seus sais (NCM 2939.79.31) foram enviados ao exterior no primeiro trimestre de 2018.
  • celulose  microcristalina: este excipiente é usado amplamente pela indústria farmacêutica para a produção de comprimidos. Nos primeiros três (03) meses de 2018, o Brasil exportou US$ 4,8 milhões deste adjuvante farmacotécnico.

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  • União Europeia: o mercado comum europeu sempre foi o principal destino das exportações brasileiras de medicamentos. Em 2018, até março foram enviados ao velho continente US$ 33,5 milhões em medicamentos para os mais variados usos.
  • Mercosul-5 (1): US$ 1.255.154,00 foi o total exportado pelo Brasil, no primeiro trimestre de 2018, em vacinas para uso veterinário para países do Mercosul, especialmente a vacina contra a febre aftosa.
  • Mercosul-5 (2): obviamente que o Mercosul-5 é um destino natural das exportações brasileiras de medicamentos. Em 2018, até março, foram destinados aos países deste bloco econômico US$ 29,3 milhões em medicamentos para as mais diversas finalidades.

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  • Mercosul-5: este bloco econômico do sul da AL recebeu em 2018, até março, US$ 1.366.545,00 em ésteres e sais de lisina (NCM 2922.41.90), aminoácido da maior importância para o desenvolvimento e manutenção do corpo humano.
  • Nafta: comprovando a excelência da produção brasileira de medicamentos, a SECEX nos informou que no primeiro trimestre de 2018 o Brasil enviou para o Nafta (Canadá, EUA e México) a importante soma de US$ 31,6 milhões em medicamentos dos mais variados tipos.
  • Espanha: em 2018, até março este país ibérico importou do Brasil US$ 3.838.053,00 em heparina e seus intermediários (NCM 3001.90.10). A heparina é um poderoso anticoagulante extraído da mucosa intestinal de bovinos e suínos.

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  • Nafta (1): o ácido salicílico, além de sua ação queratolitica, é o principal intermediário na produção da aspirina. Em 2018, até março este bloco econômico recebeu US$ 2.262.807,00 em ácido salicílico produzido no Brasil.
  • Nafta (2): no primeiro trimestre de 2018 o País enviou para este bloco econômico US$ 2.044.325,00 em alguns tipos de aminoácidos (isoleucina, leucina, valina), o que mostra o avanço da produção de aminoácidos no Brasil.
  • Nafta (3): US$ 5.309.254,00 foi o montante exportado pelo Brasil em virginiamicina (NCM 2941.90.83) para o Nafta, nos primeiros três (03) meses de 2018. Este antibiótico e amplamente usado em veterinária. O destino principal foi o Canadá.

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  • China: os aminoácidos representam a expressão mais simples das proteínas, que são fundamentais no desenvolvimento e manutenção do corpo humano. Em 2018, até março o Brasil enviou para este país asiático US$ 1.657.507,00 em alguns tipos de arginina.
  • Itália: os ácidos biliares (NCM 2918.19.29) produzidos no Brasil são presença constante na pauta de exportações para este país romano. No primeiro trimestre de 2018, foram enviados àquele país da União Europeia US$ 4.652.644,00 destes ácidos.
  • Japão: o país do sol nascente recebeu do Brasil em 2018 até março a expressiva soma de US$ 3.301.197,00 em alguns tipos de aminoácidos, especialmente isoleucina, leucina e valina.

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  • Medicamento: o medicamento à base de insulina é o medicamento produzido no Brasil mais exportado. Em 2018, até  março foram enviados ao exterior US$ 49,8 milhões deste produto.
  • virginiamicina: um dos principais farmoquimicos produzidos no Brasil é este antibiótico. Ele é usado como antibacteriano e promotor do crescimento em veterinária. No primeiro trimestre de 2018 foram exportados 62.350 kg por US$ 5,3 milhões, deste farmoquimico.
  • Alemanha: em 2018, até março, foram exportados US$ 4.847.386,00 em ésteres e sais de lisina (NCM 2922.41.90). O Brasil é um dos principais produtores mundiais de aminoácidos.