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  • México: o país asteca é, tradicionalmente, um importador de medicamentos produzidos no Brasil. Em 2018, até maio, foram enviados ao México US$ 30,7 milhões em vários tipos de medicamentos.
  • EUA (1): os medicamentos à base de cefalosporínicos produzidos no Brasil têm excelente mercado nos EUA, atingindo a exportação em 2018, até maio, US$ 12,9 milhões, o que atesta a excelente qualidade da produção brasileira.
  • EUA (2): o Brasil é um destacado produtor mundial de aminoácidos, exportando vários deles para várias partes do mundo. Em 2018, até maio, foram enviados aos EUA US$ 3.488.645,00, peso de 320.100 kg, ao preço médio de US$ FOB 10,90/kg.

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  • Argentina: US$ 32,4 milhões foi o montante exportado pelo Brasil em medicamentos para este país austral em 2018, até maio, mostrando a importância do Mercosul nas relações comerciais do continente.
  • Colômbia: este país andino, também, é um importante destino das exportações brasileiras de medicamentos de vários tipos. Em 2018, até maio, foram enviados US$ 19,3 milhões em medicamentos para a Colômbia.
  • Canadá: país do Nafta, o Canadá é o principal importador do antibiótico virginiamicina produzido no Brasil. Em 2018, até maio, foram enviados àquele país US$ 5.309.254,00 de virginiamicina.

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  • Mercosul-5: este bloco econômico é destino certo para medicamentos de vários tipos produzidos no Brasil. Em 2018, até maio, foram enviados aos países deste conglomerado, US$ 43,5 milhões em medicamentos.
  • União Europeia: também este bloco econômico da Europa é um destino importante das exportações brasileiras de medicamentos, particularmente o produzidos à base de insulina. US$ 78,5 milhões em medicamentos foram enviados em 2018, até maio, para o Velho Continente.
  • Malásia: US$ 1.414.167,00 em heparina, potente anticoagulante, foram exportados para este país asiático em 2018, até maio, confirmando a excelente qualidade desta produção.

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  • Nafta (1): o mercado comum do norte (Canadá, EUA e México) é um destino certo para as exportações brasileiras de medicamentos. Em 2018, até maio, o Nafta recebeu US$ 80,5 milhões em medicamentos produzidos no Brasil.
  • Nafta (2): com destaque para o Canadá, este bloco econômico foi o destino prioritário para as exportações brasileiras de virginiamicina. Estas exportações atingiram US$ 5,3 milhões em 2018, até maio.
  • Japão: grande produtor mundial de aminoácidos, a expressão mais simples das proteínas, o Japão também recebe alguns aminoácidos produzidos no Brasil. Até maio de 2018, foram enviados ao país do sol nascente US$ 8,4 milhões em aminoácidos.

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  • lisina: este é um aminoácido fundamental para o crescimento e manutenção do corpo humano. O Brasil é um destacado produtor mundial de aminoácidos e exportou, de lisina, seus sais e ésteres, US$ 30,4 milhões até maio de 2018.
  • ácido glutâmico: importante suplemento nutricional, este aminoácido contribui significamente para as exportações brasileiras de manufaturados. Em 2018, até maio, foram enviados ao exterior US$ 10,4 milhões deste produto.
  • Outros aminoácidos: além destes dois aminoácidos antes citados, o Brasil exporta outros tipos de aminoácidos para várias partes do mundo. Em 2018, até maio, foram enviados ao exterior US$ 18,1 milhões destes aminoácidos, especialmente para o Japão.

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  • virginiamicina: em veterinária este é um importante antibiótico, usado como antibacteriano e promotor do crescimento. Particularmente para o Canadá, o Brasil exportou em 2018, até maio, US$ 5,4 milhões deste farmoquímico.
  • Cefalosporinas: o Brasil é fabricante de alguns antibióticos cefalosporínicos, importante arma junto à classe médica. Nos primeiros cinco (05) meses de 2018, foram exportados US$ 3.526.564,00 desta classe de antibiótico.
  • ácidos biliares: coleréticos e colagogos, estes ácidos representam um lugar destacado na exportação de produtos da cadeia produtiva farmacêutica. Em 2018, até maio, foram enviados ao exterior US$ 18,0 milhões destes produtos, especialmente para a Itália.

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  • Maio (1): as exportações brasileiras da cadeia produtiva farmacêutica atingiram em 2018, até maio, a importante soma de US$ 631,5 milhões, o que atesta a qualidade da produção deste setor.
  • Maio (2): naturalmente que neste número anterior destaca-se a exportação de medicamentos (NCM 3003 e 3004) com US$ 348,6 milhões nestes mesmos cinco (05) primeiros meses de 2018.
  • Maio (3): já os insumos, ativos e excipientes, contabilizaram US$ 282,9 milhões, colaborando, assim, com as exportações desta cadeia produtiva neste início de ano.

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  • ácido salicílico: queratolítico e intermediário na produção da aspirina por processo de acetilação, as exportações deste ácido em 2018, até maio, já contabilizam US$ 4,3 milhões.
  • pilocarpina: este alcaloide é extraído de plantas cultivadas no nordeste brasileiro (Maranhão e Piauí) e é usado no tratamento do glaucoma. US$ 2.187.036,00 deste alcaloide foram exportados em 2018, até maio.
  • rutina: este rutosideo, também, é extraído de plantas cultivadas no nordeste brasileiro e é usado no tratamento da fragilidade capilar venosa. Em 2018, até maio, foram exportados US$ 170.895,00 deste alcaloide.

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  • heparina: dono de um enorme rebanho bovino e suíno o Brasil é um natural exportador deste destacado anticoagulante, usado em todo o mundo. Em 2018, até maio, foram exportados US$ 14,1 milhões deste farmoquímico.
  • sulfato de condroitina: este produto é extraído de cartilagens de aves, bovinos e suínos e é usado no tratamento de artrites e artroses. Até maio de 2018, foram enviados ao exterior US$ 2,8 milhões deste produto.
  • celulose microfina: US$ 7,8 milhões deste importante excipiente  usado na produção de comprimidos, foram enviados a outros países em 2018, até o mês de maio, excelente contribuição às exportações brasileiras de  manufaturados.

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  • Medicamento (1): o medicamento à base de insulina é o fármaco mais exportado pelo Brasil que o envia a várias partes do mundo. Em 2018, até abril, foram exportados US$ 67,8 milhões deste tipo de medicamento.
  • Contraceptivos: as preparações químicas contraceptivas fabricadas no Brasil têm excelente mercado no exterior, principalmente na América Latina. Nos primeiros quatro (04) meses de 2018 foram exportados US$ 11,3 milhões destas preparações.
  • Medicamentos (2): US$ 14,3 milhões foi o montante exportado pelo  Brasil em 2018, até abril, em medicamentos à base de cefalosporinas, o que atesta a excelente qualidade dos medicamentos produzidos no Brasil.