abiquiflashes (14/12/2017 – 623)

  • Desempenho (1): as exportações brasileiras de ácidos biliares (coléreticos e colagogos) em 2017, até outubro, já atingiram US$ 59,1 milhões, superando a marca de US$ 52,3 milhões registrada em 2016 durante todo o ano.
  • Desempenho (2): impressionante é o aumento da exportação em 2017, até outubro, de outros aminoácidos (arginina, glutamina, isoleucina, leucina e valina). Foram US$ 73,4 milhões contra US$ 38,2 milhões durante todo o ano de 2016.
  • Desempenho (3): também é digna de registro a exportação do antibiótico para uso veterinário virginiamicina. Contra US$ 38,1 milhões exportados em 2016, o Brasil registrou até outubro de 2017 uma exportação de US$ 43,1 milhões. O principal destino destas exportações é o Canadá.

abiquiflashes (11/12/2017 – 622)

  • sulfato de condroitina: extraído de cartilagem de aves, bovinos e suínos, o sulfato de condroitina é amplamente usado no tratamento das artroses. Em 2017, até outubro, o País exportou US$ 4,5 milhões deste farmoquímico.
  • celulose microcristalina: este excipiente é amplamente usado na fabricação de comprimidos pela indústria farmacêutica. Nos primeiros dez meses de 2017 foram enviados a várias partes do mundo US$ 19,0 milhões deste adjuvante farmacotécnico produzido no Brasil.
  • Cefalosporinas: o Brasil produz alguns antibióticos desta família. US$ 6.889.917,00 foram exportados em 2017, até outubro, principalmente para os EUA.

abiquiflashes (07/12/2017 – 621)

  • quercetina: este farmoquímico é um alcaloide extraído de plantas cultivadas no nordeste brasileiro, com atividade na proteção capilar venosa. Nos primeiros dez meses de 2017 o Brasil exportou US$ 1.869.910,00 deste produto.
  • lisina: o Brasil é destaque mundial na produção de aminoácidos. Entre estes, a lisina, seus ésteres e sais (NCM 2922.41.90), contribuíram em 2017, até outubro, com US$ 53,8 milhões para as exportações brasileiras de manufaturados.
  • espironolactona: este importante diurético é amplamente usado internacionalmente. US$ 718.128,00 deste farmoquímico foram enviados ao exterior em 2017, até outubro, principalmente para a Argentina.

abiquiflashes (04/12/2017 – 620)

  • Contraceptivos: as preparações químicas contraceptivas produzidas no Brasil têm um bom mercado em países da América Latina. Em 2017, até outubro, o Brasil exportou, US$ 27,5 milhões destas preparações.
  • ácido salícilico: este ácido, além da sua ação queratolitica, é amplamente usado como intermediário na produção da aspirina, por um processo de acetilação. Nos primeiros dez meses de 2017 o Brasil exportou US$ 7.159.996,00 deste ácido.
  • Veterinária: as vacinas brasileiras para uso veterinário, principalmente a usada contra a aftosa têm excelente mercado em países da América Latina. Até outubro de 2017 o Brasil enviou ao exterior US$ 21,7 milhões destas vacinas.

abiquiflashes (30/11/2017 – 619)

  • Ácidos biliares: os ácidos biliares são usados como coleréticos e colagogos. O Brasil é um forte exportador destes ácidos pelo código NCM 2918.19.29. US$ 59,1 milhões já foram remetidos ao exterior, principalmente para a Itália, destes ácidos em 2017, até outubro.
  • rutina: extraído de plantas cultivadas no nordeste brasileiro (Maranhão e Piauí), este alcaloide, usado no tratamento da fragilidade capilar venosa, contribuiu em 2017, até outubro, com US$ 967.578,00 para as exportações brasileiras.
  • pilocarpina: US$ 7.035.444,00 foi o montante exportado deste alcaloide pelo Brasil para alguns países do mundo. Ele é usado no tratamento do glaucoma e é extraído de plantas, também, cultivadas no nordeste brasileiro (Maranhão e Piauí).

abiquiflashes (27/11/2017 – 618)

  • Medicamento: o medicamento mais exportado pelo Brasil continua sendo o fabricado à base de insulina. Em 2017, até outubro, foram enviados ao exterior, principalmente para a Dinamarca, US$ 202,8 milhões deste tipo de medicamento.
  • heparina: esta importante substância anticoagulante é extraída da mucosa intestinal de bovinos e suínos. Destacado produtor mundial de heparina, em todas as suas fases de produção, o País exportou US$ 26,1 milhões em 2017, até outubro.
  • virginiamicina: na veterinária a virginiamicina é um destacado antibacteriano e promotor do crescimento. Nos primeiros dez meses de 2017, este farmoquímico contribuiu com US$ 43,1 milhões para a pauta das exportações brasileiras de manufaturados.

abiquiflashes (23/11/2017 – 617)

  • Cadeia produtiva: as exportações da cadeia produtiva farmacêutica brasileira alcançaram até outubro de 2017, a importante soma de US$ 1,46 bilhão, cifra esta que correspondente a um aumento de 11,47% sobre o mesmo período de 2016.
  • Medicamentos: US$ 840,0 milhões em medicamentos foi o montante exportado pelo Brasil em 2017 até outubro. Este número representa um aumento de 7,81% sobre os primeiros 10 meses de 2016.
  • Insumos farmacêuticos: dentro da cadeia produtiva farmacêutica brasileira a exportação de insumos ativos (farmoquímicos) e não ativos (excipientes), tem uma especial representatividade. Em 2017, até outubro, foram enviados ao exterior US$ 627,8 milhões de insumos, representando 18,31% sobre o mesmo período de 2016.

abiquiflashes (16/11/2017 – 616)

  • Nafta (1): este bloco econômico do norte é o destino certo das exportações brasileiras do antibiótico virginiamicina, usado em veterinária. Em 2017, até setembro, o Brasil exportou para o Nafta US$ 38,9 milhões deste antibiótico, particularmente para o Canadá.
  • Nafta (2): os medicamentos produzidos no Brasil têm ampla aceitação nos mercados dos países do Nafta. US$ 151,3 milhões em medicamentos (NCM 3004) foram exportados para este bloco econômico em 2017, até setembro.
  • Nafta (3): as cefalosporinas produzidas no Brasil também tem boa aceitação no Nafta. Em 2017, até setembro, foram exportados para este bloco econômico US$ 5.975.162,00 destes antibióticos, especialmente para os EUA.

abiquiflashes (13/11/2017 – 615)

  • Mercosul-5 (1): as vacinas para uso veterinário são exportadas pelo Brasil, especialmente para países da América Latina. US$ 6.001.828,00 foi o montante enviado a este mercado do sul, destas vacinas, em 2017, até setembro.
  • Mercosul-5 (2): como várias empresas fazem do Brasil plataforma de exportação de medicamentos para países da América Latina, os números destas exportações são significativos. Em 2017, até setembro, foram enviados a este bloco econômico US$ 102,6 milhões em medicamentos.
  • Mercosul-5 (3): as preparações químicas contraceptivas (NCM 3006.60.00) são exportadas pelo Brasil para países do Mercosul-5. Em 2017, até setembro, foram enviados US$ 4.884.074,00 destas preparações para países deste bloco.

abiquiflashes (09/11/2017 – 614)

  • União Europeia (1): a heparina produzida no Brasil tem destino certo em alguns países da União Europeia, particularmente a Espanha. Em <2017, até setembro, foram exportados 50.758 kg deste produto (ou suas fases intermediárias) por US$ 13.021.895,00, a um preço médio de US$ 256,55 kg.
  • União Europeia (2): US$ 18,6 milhões em ácidos biliares foi o montante exportado pelo País em 2017, até setembro, para países deste bloco econômico, especialmente para a Itália.
  • União Europeia (3): o principal medicamento exportado pelo Brasil vai em direção à União Europeia, especialmente para a Dinamarca. Este medicamento é elaborado à base de insulina e representou uma adição de US$ 137,5 milhões à nossa pauta de exportação em 2017, até setembro.