União Química compra fábrica da Zoetis em São Paulo

Stella Fontes – Valor Econômico:

O laboratório União Química assinou na tarde de ontem a compra da fábrica da Zoetis, antiga Pfizer Saúde Animal, em Guarulhos (SP), conforme antecipou o Valor PRO, serviço de informação em tempo real do Valor na tarde de ontem. A operação já foi comunicada aos trabalhadores da unidade e, segundo estimativa de mercado, o ativo está avaliado em mais de R$ 500 milhões.

O Valor apurou que a expectativa é a de que a transação, que depende do aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), seja concluída em setembro. A União Química assinou ainda um contrato de seis anos de terceirização com a própria Zoetis e fornecerá para a multinacional as linhas de produtos que são fabricadas na unidade. A fábrica, que tem 40 mil metros de área construída e ocupa uma área de 147 mil metros quadrados, pode produzir medicamentos de uso humano e veterinário.

Procurado, Fernando de Castro Marques, fundador e presidente da companhia, confirmou a aquisição, mas não forneceu mais informações sobre o negócio. O empresário disse, porém, que a União Química, que hoje está entre as dez maiores farmacêuticas do país, segue estudando outras oportunidades de compra.

“Estamos avaliando. Se o negócio for para a frente, podemos trazer um fundo [de private equity para participar da operação]”, afirmou Marques. Em entrevista concedida no ano passado, o empresário já havia indicado que aquisições estavam no radar tanto na área de saúde humana quanto veterinária e que poderia buscar um sócio estratégico para concretizar um negócio de maiores proporções.

Há cerca de seis meses, a Zoetis procurou a assessoria financeira da Brasilpar com o objetivo de vender a fábrica de Guarulhos, depois de a Pfizer ter encerrado a produção de medicamentos de uso humano no local, no início do ano passado. Desde então, apenas 20% da capacidade instalada estava em uso, dedicada a produtos de saúde animal. A Brasilpar, por sua vez, ofereceu o ativo à União Química, que acabou vencendo a concorrência com outras empresas interessadas. Multinacionais que atuam no mercado de veterinária teriam manifestado interesse no ativo.

Unidade em Guarulhos possui certificações que permitem exportar para mais de 100 países, incluindo Estados Unidos

Os planos da farmacêutica passam por aumentar a ocupação nas linhas de saúde animal, inclusive com produtos próprios e para terceiros, e reativar a área de saúde humana, que corresponde a cerca de 80% da capacidade. Também nesse segmento a União Química pretende ocupar parte da produção com contratos de terceirização, que já estariam em negociação. Com esses investimentos, o número de funcionários na unidade, hoje em 340, deve super a casa de 800.

Em termos de capacidade instalada, a unidade de Guarulhos vai mais que dobrar a produção de itens de linha animal da União Química e a coloca no grupo das três maiores farmacêuticas do país, junto com EMS e Hypermarcas. Um dos maiores atrativos da fábrica, segundo uma fonte, é o fato de ter certificações que permitem a exportação a mais de 100 países, incluindo os Estados Unidos. Hoje, a unidade já vende produtos para 65 países. Esses certificados abrirão novos mercados para o laboratório brasileiro.

Com faturamento de R$ 1,2 bilhão e lucro líquido de quase R$ 80 milhões no ano passado, a União Química já operava cinco fábricas, em Brasília (DF), Taboão da Serra (SP), Pouso Alegre (MG) e Embu­Guaçu (SP). Enquanto a Zoetis é líder em medicamentos veterinários no país, a farmacêutica é a oitava no ranking nacional na linha de produtos para grandes animais e a quarta no segmento pet, considerando­se também as multinacionais. O mercado de saúde animal representou 18% do faturamento da União Química em 2016.

O negócio fechado com a Zoetis é bastante parecido ao anunciado em 2014 e concretizado no ano seguinte com a Novartis. A União Química comprou do laboratório suíço a fábrica de Taboão da Serra e manteve­se responsável pela produção dos medicamentos daquela unidade para a própria Novartis em regime de terceirização. Nos últimos anos, a farmacêutica anunciou outras aquisições, entre as quais a do laboratório Bio Macro (de similares e medicamentos isentos de prescrição) e da Tecnopec (de reprodução animal assistida).

Após o descruzamento de participações detidas por Fernando de Castro Marques e seus irmãos Cleiton e Paulo na União Química e na Biolab, o empresário ficou com uma fatia de 88% no primeiro laboratório. Os 12% remanescentes pertencem a duas irmãs de Marques, Cleide e Cleita.

Pacto regional depende do Mercosul, diz Bachelet

Assis Moreira – Valor Econômico:

A presidente do Chile, Michelle Bachelet, que está na presidência rotativa da Aliança do Pacífico, sinalizou que o nível de aproximação com o Mercosul vai depender do que o bloco do cone sul quer aceitar para enfrentar os novos tempos da globalização.

“Teremos protocolo de acordo em reunião de 7 de abril [em Buenos Aires] e queremos avançar no que os países estão dispostos, não queremos forçar situações”, disse a presidente chilena.

Em discurso na Organização Mundial do Comércio (OMC), Bachelet disse que a região enfrenta um ponto de inflexão “e temos o desafio de fortalecer nossas economias, seguir melhorando nosso comércio intrarregional, que alcança 15% do total do comércio exterior da região, e trabalhar como bloco para fazer frente a incertezas do contexto internacional”.

A presidente chilena disse que a Aliança do Pacífico ­ Chile, México, Peru e Colômbia ­ fez propostas ao Mercosul “e vamos ver quais os elementos que eles aceitam para seguir avançando”.

Indagada sobre eventual acordo de livre comércio, ela disse que a ideia é alcançar uma “convergência na diversidade”, levando em conta particularidades nacionais. Na sua visão, os dois blocos devem “impulsionar instâncias que permitam aumentar nossa produtividade, incrementar o valor de bens e serviços que produzimos, eliminar as barreiras não­ tarifárias e diversificar o que exportamos”.

Relatou que a Aliança do Pacífico e o Mercosul já estão trabalhando para melhorar a conectividade, com a construção de corredores bioceânicos, para unir o Pacífico e o Atlântico e potencializar os fluxos comerciais.

A Aliança do Pacífico decidiu iniciar negociações comerciais com países da Ásia-­Pacífico, esperando conclui­-las rapidamente. Também terá um acordo de cooperação com a Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean).

No discurso na OMC, Bachelet observou que as economias da América Latina nos últimos anos foram afetadas por baixos preços das matérias primas, desigualdade, insegurança e corrupção.

Ao receber a presidente chilena, diante dos 164 países membros, o diretor­-geral da OMC, Roberto Azevêdo, conclamou os países a que “em tempos de crescimento lento devemos resistir à tentação do protecionismo”.

Azevêdo não citou nomes, mas a inquietação generalizada na cena comercial persiste com a retórica protecionista do presidente americano Donald Trump. “Temos que procurar cooperar e colaborar mais, e não menos”, disse. “Nesse contexto, considerado que a importância do sistema multilateral de comércio é mais evidente do que nunca”.

 

abiquiflashes (30/03/2017 – 555)

  •  Vacinas: o Brasil tem um mercado interessante nos países da América do Sul para as vacinas para uso veterinário aqui produzidas, muito particularmente, a vacina contra a febre aftosa. US$ 6.084.481,00 foi o total exportado em 2017, até fevereiro, destas vacinas.
  • ácido biliar: este ácido (NCM 2918.19.29) continua em 2017 sendo um dos destaques das exportações brasileiras da cadeia produtiva farmacêutica brasileira. Em 2017, até fevereiro, foram enviados ao exterior, especialmente para a Itália, US$ 11,2 milhões deste ácido coléretico e colagogo.
  • ácido salicílico: queratolitico e principal intermediário na produção da aspirina (ácido acetilsalicílico) o ácido salicílico contribuiu com US$ 1.908.883,00 para as exportações brasileiras em 2017, até fevereiro.

Negociações entre UE e Mercosul avançam

Assis Moreira – Valor Econômico:

A União Europeia (UE) informou que decidiu com o Mercosul avançar para concluir o acordo de livre comércio “o mais rápido possível”, após cinco dias de negociações “bem­sucedidas” em Buenos Aires, na semana passada. O clima entre os negociadores é bem mais positivo, até em reação às ameaças isolacionistas dos EUA, mas ninguém ignora a persistência de várias dificuldades para fechar as negociações nas áreas agrícola e industrial.

O Valor apurou que, em Buenos Aires, o Mercosul reagiu a um texto apresentado pela UE em meados deste mês, e avisou Bruxelas sobre sua posição contra disciplinas especiais na área agrícola. Trata­se de um mecanismo que a UE já usou para impor alíquotas mais elevadas quando o volume de importações agrícolas cresce acima de determinado nível, ou se os preços declinam também abaixo de certo montante, tudo isso sem precisar demonstrar que a importação está causando um dano grave ao produtor nacional.

Os negociadores do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai reiteraram em Buenos Aires também sua posição para que cotas para produtos agrícolas ditos sensíveis tenham tarifa zero, que sejam administradas pelos exportadores e tenham crescimento anual de volume.

De seu lado, a UE se opôs à proposta do Mercosul para tratar de efeitos adversos de subsídios domésticos para produtores agrícolas, na negociação birregional. Os europeus acham que esse é um tema para negociações globais, na Organização Mundial do Comércio (OMC). Os europeus pediram também para o Mercosul confirmar que vai usar as tarifas realmente aplicadas, e não as consolidadas na OMC (que são sempre mais altas), como base para reduzir alíquotas nas importações de produtos europeus.

Apesar de alguns ajustes feitos pelo Mercosul em documentos apresentados nos últimos meses, a UE manteve na capital argentina sua oposição a uma cláusula de indústria nascente, no acordo birregional. Para o Mercosul, essa cláusula é importante para permitir redução ou suspensão temporária de preferências à industria europeia a fim de assegurar o desenvolvimento de uma nova indústria ou sua reestruturação no bloco do Cone Sul.

Em comunicado divulgado em Bruxelas, a UE menciona “progressos significativos” na negociação dos textos nas três partes do futuro acordo: a parte comercial, o diálogo político e a cooperação birregional. “Existe consenso entre os negociadores de que esse acordo deve ser amplo, equilibrado e mutuamente benéfico, com a perspectiva de gerar melhores possibilidades de crescimento e emprego nos dois lados do Atlântico, assim como reforçar os vínculos históricos políticos e de cooperação entre os países da UE e do Mercosul”, diz o comunicado.

Na área comercial, os negociadores avançaram nos textos envolvendo medidas sanitárias e fitossanitárias, facilitação de comércio, serviços, direitos de propriedade intelectual, compras governamentais, além de comércio e desenvolvimento sustentável. A negociação do capítulo sobre política de concorrência foi totalmente concluída em Buenos Aires.

A UE informa que a parte de acesso ao mercado será tema de negociação no fim de maio em Buenos Aires. E outra rodada de negociação mais ampla ocorrerá em julho em Bruxelas.

 

abiquiflashes (27/03/2017 – 554)

  • Medicamentos (1): o medicamento terminado (NCM 3004) mais exportado pelo Brasil é o elaborado à base de insulina. US$ 37,2 milhões deste medicamento foram enviados ao exterior nos primeiros dois (02) meses de 2017, especialmente para  à Dinamarca.
  • Medicamentos (2): comprovando a excelente qualidade das produções brasileiras de medicamentos e sua aceitabilidade no exterior, as exportações destes produtos alcançaram em 2017, até fevereiro, a importante cifra de US$ 133,7 milhões (NCM 3003 e 3004).
  • Contraceptivos: as preparações químicas contraceptivas produzidas no Brasil têm excelente aceitação no mercado internacional, particularmente na América Latina. Em 2017, até fevereiro exportamos US$ 3.994.475,00 destas preparações.

Diário Oficial (março 2017)

Mercosul se aproxima de ex-rival na América Latina

Daniel Rittner – Valor Econômico:

Em busca de maior proximidade, o Mercosul e a Aliança do Pacífico organizam sua primeira reunião conjunta de chanceleres e ministros de Comércio, no dia 7 de abril. O encontro foi confirmado no início desta semana e ocorrerá em Buenos Aires. Do lado brasileiro, há uma clara intenção de romper com a imagem de antagonismo entre os dois blocos.

Lançada em período de lideranças no Cone Sul fortemente identificadas com o papel intervencionista do Estado, como Dilma Rousseff no Brasil e Cristina Kirchner na Argentina, a Aliança do Pacífico surgiu com o rótulo de grupo focado na liberalização comercial.

O bloco formado por México, Chile, Colômbia e Peru foi imediatamente reconhecido no mundo como um contraponto à agenda protecionista do Mercosul. Antônio Patriota, ex-­chanceler de Dilma, dizia em resposta que a aliança era um “êxito de marketing” e buscava apenas dar “roupagem nova” a um exercício de integração já existente.

Com uma agenda mais liberalizante e após a suspensão da Venezuela do Mercosul, o governo Michel Temer pretende reverter essa dicotomia e mostrar que os dois blocos podem falar a mesma língua. “Ninguém ganha com uma abordagem de rivalidade, como se fôssemos adolescentes”, afirma experiente diplomata brasileiro.

Por isso, mais do que resultados concretos ou o lançamento de uma nova pauta, a reunião tem significado em si mesma ao difundir a ideia de coesão e abertura comercial na América Latina ­ justamente quando há tantas incertezas sobre o grau de protecionismo dos Estados Unidos após a chegada do republicano Donald Trump à Casa Branca.

Os ministros Aloysio Nunes (Relações Exteriores) e Marcos Pereira (Indústria, Comércio Exterior e Serviços) já confirmaram presença. Eles querem aproveitar a oportunidade para uma coordenação mais estreita de posições em fóruns internacionais, como a conferência da Organização Mundial do Comércio (OMC), marcada para dezembro e também com a capital argentina como sede.

“A instrução do presidente Temer é aprofundar o diálogo e construir uma agenda de trabalho com países-­membros da Aliança do Pacífico, especialmente em conjunto com o Mercosul”, afirmou Pereira. “Os dois blocos vivem momentos interessantes e convergentes para essa aproximação.”

Tentativas um pouco mais acanhadas de aproximação haviam sido feitas no governo Dilma. Em 2014, chanceleres dos dois blocos se reuniram em duas ocasiões ­ uma em Cartagena e outra em Santiago. Ainda eram nítidas, porém, as diferenças nas políticas comerciais de cada lado.

O Brasil já tem acordos de livre comércio ou de preferências tarifárias (que dão descontos nas alíquotas de importação) com todos os países da Aliança do Pacífico. Entre os demais parceiros dos dois blocos, apenas México e Paraguai não têm tratado comercial em vigência. Graças à implementação escalonada desses acordos, será formada até 2019, na prática, uma virtual área de livre comércio do Mercosul com os membros sul­americanos da Aliança do Pacífico.

O comércio entre Brasil e Chile já se encontra totalmente liberalizado. As trocas com Peru e Colômbia estão muito perto de tarifa zero para a maioria dos produtos. Vigora com o México um acordo reduzido, que contempla em torno de 800 produtos, cuja ampliação está sendo negociada. Também existe um acordo bilateral específico para o setor automotivo.

O Brasil é o maior parceiro comercial na América Latina de todos os países da Aliança do Pacífico, à exceção da Colômbia, mercado onde o México está em primeiro lugar.

Brasil tem vantagem em 1,1 mil produtos na UE, mas enfrenta barreiras

Valor Econômico:

Mapeamento feito pelo setor privado indica que o Brasil tem vantagem comparativa em 1.101 produtos na União Europeia, mas enfrenta tarifas de importação, cotas ou barreiras não tarifárias em 68% deles. Isso tira a competitividade das empresas brasileiras na disputa por espaço no mercado europeu e reforça a importância de um acordo de livre comércio entre o Mercosul e a UE, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), responsável pelo levantamento.

Negociadores dos dois blocos se reúnem desde terça­-feira, em Buenos Aires, na tentativa de avanços nas discussões. Mesmo sem a expectativa de fechar todos os pontos ainda neste ano, a ideia é alcançar um “pré­-acordo” até dezembro e deixar apenas pendências técnicas para resolver em 2018. O caminho, porém, ainda se mostra repleto de percalços.

Apesar do escândalo deflagrado pela operação da Polícia Federal, os representantes do Mercosul deixaram claro à UE que não há possibilidade de acordo sem uma cota com tarifa zero para carnes provenientes do Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai.

Na troca inicial de ofertas entre os dois blocos, em maio do ano passado, a principal decepção dos sul­americanos foi com a absoluta ausência de carnes e etanol na proposta europeia. A avaliação reservada de autoridades brasileiras é que as dúvidas lançadas pela PF na lisura da vigilância sanitária dão munição ao lobby de países como França, Irlanda e Polônia contra uma cota para carnes.

O levantamento da CNI indica que carne bovina, de frango e de peru estão entre os produtos nos quais há vantagem comparativa do Mercosul. A lista inclui outros produtos do agronegócio como suco de laranja, óleo de soja, açúcar e melão. Bens manufaturados também podem se beneficiar de um acordo. Aviões, eixos para tratores, embreagens, calçados e polietileno são exemplos.

Nos três primeiros dias de reuniões do Comitê de Negociações Birregionais (CNB), principal instância negociadora entre o Mercosul e a UE, houve avanços pontuais. Os dois blocos acertaram que o futuro acordo terá mecanismos de cooperação na área antitruste, principalmente em investigações para defesa da concorrência. Na parte de acesso a mercados, entretanto, ficou nítido que discussões sobre produtos sensíveis custam a avançar.

Outra definição é que o acordo vai ter um capítulo específico sobre desenvolvimento sustentável, mas a inclusão suscita preocupações entre negociadores brasileiros de que questões ambientais sejam transformadas em barreiras disfarçadas para exportações do Mercosul à UE.

Mais duas reuniões do CNB devem ocorrer neste ano. Uma está prevista para os dias 3 a 7 de julho, em Bruxelas; a segunda foi agendada para 2 a 6 de outubro, em Brasília. Elas são cruciais para definir se haverá ou não acordo.

abiquiflashes (23/03/2017 – 553)

  • celulose microcristalina: US$ 3.786.710,00 foi o montante exportado pelo Brasil no primeiro bimestre de 2017, deste importante excipiente usado, especialmente, na produção de comprimidos pela indústria farmacêutica.
  • sulfato de condroitina: este farmoquimico é usado no tratamento de artroses e é obtido de cartilagens de aves, bovinos e suínos. Foram exportados 11.219 kg deste produto por US$ 1.155.399,00, em 2017 até fevereiro.
  • heparina: este destacado anticoagulante é uma das principais exportações brasileiras de farmoquimicos, atingindo várias partes do mundo. Nos primeiros sessenta (60) dias de 2017, a exportação de heparina alcançou 11.050 kg por US$ 4.356.710,00, ao preço médio de US$ 394,27/kg